Em comunicado oficial, a Ponte Preta anunciou a aprovação de seu Plano de Administração fiscal para os próximos três anos. A medida foi aceita nesta quarta-feira pela 1ª Vara da Justiça do Trabalho de Campinas e tem como objetivo principal zerar as dívidas restantes do clube – cerca de R$ 4 milhões – até o final de 2010.
O plano visa não apenas sanar os débitos pendentes anteriores da Macaca, como também evitar que novas dívidas venham atrapalhar o planejamento do clube. “É claro que novos processos podem aparecer, mas eles também serão contemplados pelo plano. A Ponte pagará o que é justo, de uma maneira responsável perante seus credores e sem comprometer as finanças e o bom andamento do clube”, promete Renato Ferraz, advogado do time campineiro.
Segundo Ferraz, devido à determinação de penhora da Ponte Preta em maio do ano passado, causada pelo processo de um ex-funcionário ainda em 91, o clube foi obrigado a elaborar o Plano de Administração para a Justiça. Porém, independente do plano, a cúpula ponte-pretana se prontificou a iniciar os pagamentos da dívida.
“Foi uma medida que não contestamos, pois entendemos na época que seria bom para o clube elaborar e seguir um plano para atender a seus credores. Acreditamos que é uma medida prevista pela legislação e também benéfica à agremiação”, explica o representante legal da Ponte, que adianta detalhes positivos sobre o novo modelo de ação.
“O plano previa que em outubro, por exemplo, estaríamos destinando R$ 110 mil ao pagamento de dívidas e, a partir de abril, R$ 130 mil. No entanto, já estamos pagando R$ 180 mil”, diz. “Esta postura da Ponte, de responsabilidade com seus credores, inclusive trouxe muita segurança jurídica ao clube. Os magistrados já entendem, hoje, que a Ponte é um clube que honra seus compromissos.”
O caso
Em maio de 2007, a juíza Ana Paula Alvarenga, da 1ª Vara da Justiça do Trabalho de Campinas, determinou a penhora de todo o empreendimento Ponte Preta (móveis, imóveis e créditos), de modo a efetuar pagamento de dívidas trabalhistas e cíveis do clube. Na ocasião, o presidente Sérgio Carnielli foi nomeado administrador.
Foi então decidido que a Ponte deveria apresentar um Plano de Administração, de modo a sanar os processos onde tivesse envolvida como devedora. Segundo o plano, a Veterana seria obrigada a depositar mensalmente a quantia de R$ 110 mil, de modo a pagar o débito de R$ 4 milhões em três anos.
Como parte da reestruturação financeira, a diretoria financeira da Ponte mapeou as dívidas e criou medidas para eliminá-las a médio e longo prazo. Desde 2004, mais de R$ 4 milhões em dívidas anteriores já foram saldados. Além disso, dos mais de 300 processos cíveis e trabalhistas, o time conseguiu realizar 122 acordos desde 2005, quitando 87.
< !-- hotwords -- >
< !--/hotwords -- >O plano visa não apenas sanar os débitos pendentes anteriores da Macaca, como também evitar que novas dívidas venham atrapalhar o planejamento do clube. “É claro que novos processos podem aparecer, mas eles também serão contemplados pelo plano. A Ponte pagará o que é justo, de uma maneira responsável perante seus credores e sem comprometer as finanças e o bom andamento do clube”, promete Renato Ferraz, advogado do time campineiro.
Segundo Ferraz, devido à determinação de penhora da Ponte Preta em maio do ano passado, causada pelo processo de um ex-funcionário ainda em 91, o clube foi obrigado a elaborar o Plano de Administração para a Justiça. Porém, independente do plano, a cúpula ponte-pretana se prontificou a iniciar os pagamentos da dívida.
“Foi uma medida que não contestamos, pois entendemos na época que seria bom para o clube elaborar e seguir um plano para atender a seus credores. Acreditamos que é uma medida prevista pela legislação e também benéfica à agremiação”, explica o representante legal da Ponte, que adianta detalhes positivos sobre o novo modelo de ação.
“O plano previa que em outubro, por exemplo, estaríamos destinando R$ 110 mil ao pagamento de dívidas e, a partir de abril, R$ 130 mil. No entanto, já estamos pagando R$ 180 mil”, diz. “Esta postura da Ponte, de responsabilidade com seus credores, inclusive trouxe muita segurança jurídica ao clube. Os magistrados já entendem, hoje, que a Ponte é um clube que honra seus compromissos.”
O caso
Em maio de 2007, a juíza Ana Paula Alvarenga, da 1ª Vara da Justiça do Trabalho de Campinas, determinou a penhora de todo o empreendimento Ponte Preta (móveis, imóveis e créditos), de modo a efetuar pagamento de dívidas trabalhistas e cíveis do clube. Na ocasião, o presidente Sérgio Carnielli foi nomeado administrador.
Foi então decidido que a Ponte deveria apresentar um Plano de Administração, de modo a sanar os processos onde tivesse envolvida como devedora. Segundo o plano, a Veterana seria obrigada a depositar mensalmente a quantia de R$ 110 mil, de modo a pagar o débito de R$ 4 milhões em três anos.
Como parte da reestruturação financeira, a diretoria financeira da Ponte mapeou as dívidas e criou medidas para eliminá-las a médio e longo prazo. Desde 2004, mais de R$ 4 milhões em dívidas anteriores já foram saldados. Além disso, dos mais de 300 processos cíveis e trabalhistas, o time conseguiu realizar 122 acordos desde 2005, quitando 87.
< !-- hotwords -- >