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Futebol

Jogadores que optam por países asiáticos ficam distantes da seleção brasileira

Arquivo Geral

27/09/2015 8h00

Atraídos por uma grande quantidade de dinheiro, menos pressão por parte da torcida e pela possibilidade de um protagonismo ainda maior, jogadores tem trocado os tradicionais países europeus por mercados como a China e países árabes. A escolha, porém, pode custar o afastamento da seleção, já que o nível de competição desses países não se equipara com as ligas sul-americanas e europeias.

Casos como os de Robinho, Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart e Diego Tardelli tem se tornado comuns atualmente.

Protagonistas do bicampeonato brasileiro do Cruzeiro, Ricardo Goulart e Éverton Ribeiro chegaram a ser convocados pelo técnico Dunga nos amistosos contra Colômbia e Equador, em agosto de 2014. Com a virada do ano, Éverton Ribeiro foi transferido para o Guangzhou Evergrande, da China, e Ricardo Goulart foi para o Al Ahli, dos Emirados Árabes Unidos, em janeiro. 

Apenas Éverton voltou a ser lembrado, na Copa América. O atleta teve protagonismo negativo ao errar um pênalti contra o Paraguai.

Para a mesma Copa América foram convocados Robinho e Diego Tardelli. Apesar da boa atuação, Robinho não foi protagonista. Após longo período de negociações, ele foi vendido para o Guangzhou Evergrande.

Diego Tardelli, por sua vez, foi vendido para o Shandong Luneng, após boa passagem pelo Atlético-MG, onde conquistou a Libertadores em 2013 e a Copa do Brasil do ano passado. Após a eliminação do Brasil na Copa América para o Paraguai, nenhum dos quatro voltou a ser convocado por Dunga e dificilmente farão parte do plantel que disputará as eliminatórias.

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