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Futebol

Jogadores do Verdão minimizam mau estado do gramado

Arquivo Geral

18/04/2008 0h00

Reformado no início do ano, o campo do Palestra Itália ganhou novas dimensões e também um novo gramado. Se o campo maior ajudará o Palmeiras a furar uma possível retranca do São Paulo, domingo, na segunda semifinal do Paulistão, a nova grama deverá, novamente, ser adversária do time.


“Na última vez em que jogamos lá, cada caída era um bife que saía da perna”, lembrou, bem-humorado, o goleiro Marcos, citando a vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, disputada embaixo de um temporal. “Parecia que tínhamos saído de uma guerra”, completou.


O atacante Alex Mineiro também classificou como “ruim” o atual estado do campo do Palestra, mas lembrou: “A qualidade do gramado é o de menos, pois o campo estará ruim para as duas equipes. Temos é que fazer por merecer o resultado para levar o Palmeiras à final”.


A raça pedida por Alex Mineiro não será problema, pelo menos na análise do goleiro Marcos. “O Palmeiras tem o direito de jogar em casa e nós vamos jogar. A gente reclamava que a outra grama prendia muito a bola. Agora temos que jogar. Se tivéssemos que jogar no asfalto, jogaríamos do mesmo jeito”.


Empresa responsável fica na torcida: O responsável pelo novo gramado do Palestra, Roberto Gomide, presidente da World Sports, está tranqüilo em relação à realização da semifinal no Palestra Itália.


Em conversa com a reportagem da GE.Net, Gomide explicou que o campo ficou bastante danificado pela realização dos dois últimos shows no local (Rod Stewart e Ozzy Osbourne, no início de abril), mas explicou que o trabalho inicial foi praticamente refeito nos últimos dias, o que deixou o gramado em boas condições para a partida.


“Tivemos que usar máquinas mais leves, tamanho foi o estrago causado por cinco dias de pisoteio. Plantamos uma grama de inverno pela primeira vez no Palestra e demos o primeiro corte com oito dias, quando o ideal são 13. Praticamente refizemos a obra. Acredito que o campo esteja nota sete, mas ainda há o problema para a descompactação”.


O grande temor de Roberto Gomide é que as chuvas que transformaram o Palestra em uma “piscina” contra a Ponte Preta, dia 12 de março, se repitam. “Eu espero que não aconteça nada naquela gravidade, mas é difícil avaliar. Só tenho que torcer para que não chova demais”, concluiu.


 


 

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