Encerrada a vitoriosa passagem de Levir Culpi pelo Atlético-MG, está aberto o cargo de treinador do Galo para a seqüência da temporada. A diretoria está próxima de fechar acerto com Geninho, recentemente demitido do Goiás, mas a preferência da massa é por Emerson Leão, campeão da Copa Conmebol de 1997 pelo Alvinegro.
A torcida vê Geninho com desconfiança, principalmente pela temporada 2003, quando trocou Vespasiano por uma proposta do Corinthians. Mesmo assim, os jogadores que já trabalharam com o treinador aprovam a chegada do treinador.
“Tive a oportunidade de trabalhar com o professor Geninho duas vezes, em 2003 e na última passagem dele pelo Corinthians. É um grande treinador, tem um caráter fantástico, é um homem honesto com o grupo e procura sempre fazer o melhor. Então, se for ele, realmente vou ficar muito feliz. Espero que ele venha e possa fazer um bom trabalho”, destacou o lateral-direito Coelho.
A opinião de Coelho se baseia na parte tática. Para o lateral, o Galo não sairia perdendo, visto que a maneira de trabalho entre Geninho e Levir são idênticas. “É parecido, o professor Geninho também monta defensivamente muito bem o seu time. Então, se for esse o nome, vai ser recebido de braços abertos porque o grupo é fantástico, não tem problema nenhum entre jogador e treinador. Se for ele, tenho certeza que vai nos ajudar”, assegurou.
Geninho levou o Alvinegro às quartas-de-final do Campeonato Brasileiro de 2002, mas acabou eliminado pelo próprio Corinthians após levar uma goleada de 6 x 2 em pleno Mineirão e tropeçar por 2 x 1 no Morumbi. Mesmo assim foi mantido no cargo e declarou que seguiria no ano seguinte. Resolveu aceitar uma proposta dos paulistas em janeiro e partiu para o Parque São Jorge, durante a pré-temporada.
Com um histórico desfavorável, Geninho aparece como única opção do Galo. Pesa a seu favor junto aos atletas as boas referencias quando se trata do relacionamento com os atletas, como revela o capitão Marcos. “O Geninho já trabalhou no Atlético e teve uma passagem boa aqui. Pelo o que eu ouço falar é um cara bom de grupo e é um treinador vencedor”, completou.
A torcida vê Geninho com desconfiança, principalmente pela temporada 2003, quando trocou Vespasiano por uma proposta do Corinthians. Mesmo assim, os jogadores que já trabalharam com o treinador aprovam a chegada do treinador.
“Tive a oportunidade de trabalhar com o professor Geninho duas vezes, em 2003 e na última passagem dele pelo Corinthians. É um grande treinador, tem um caráter fantástico, é um homem honesto com o grupo e procura sempre fazer o melhor. Então, se for ele, realmente vou ficar muito feliz. Espero que ele venha e possa fazer um bom trabalho”, destacou o lateral-direito Coelho.
A opinião de Coelho se baseia na parte tática. Para o lateral, o Galo não sairia perdendo, visto que a maneira de trabalho entre Geninho e Levir são idênticas. “É parecido, o professor Geninho também monta defensivamente muito bem o seu time. Então, se for esse o nome, vai ser recebido de braços abertos porque o grupo é fantástico, não tem problema nenhum entre jogador e treinador. Se for ele, tenho certeza que vai nos ajudar”, assegurou.
Geninho levou o Alvinegro às quartas-de-final do Campeonato Brasileiro de 2002, mas acabou eliminado pelo próprio Corinthians após levar uma goleada de 6 x 2 em pleno Mineirão e tropeçar por 2 x 1 no Morumbi. Mesmo assim foi mantido no cargo e declarou que seguiria no ano seguinte. Resolveu aceitar uma proposta dos paulistas em janeiro e partiu para o Parque São Jorge, durante a pré-temporada.
Com um histórico desfavorável, Geninho aparece como única opção do Galo. Pesa a seu favor junto aos atletas as boas referencias quando se trata do relacionamento com os atletas, como revela o capitão Marcos. “O Geninho já trabalhou no Atlético e teve uma passagem boa aqui. Pelo o que eu ouço falar é um cara bom de grupo e é um treinador vencedor”, completou.