Três jogadores e o assistente-técnico da seleção sub-23 do Iraque requisitaram asilo político a autoridades australianas neste domingo, segundo informou o secretário da federação de futebol do país, Tariq Ahmed.
Os quatro membros da delegação não apareceram no aeroporto de Sydney, na Austrália, onde a seleção iraquiana foi disputar uma partida com o time sub-23 local em jogo válido pelo qualificatório para as Olimpíadas de Pequim, o qual os australianos venceram por 2 x 0. Segundo relataram os outros jogadores, a equipe esperava pelos quatro quando Saadi Toma, o assistente-técnico, telefonou dizendo que os ausentes não iriam aparecer, que estavam hospedados em casas de colegas no país e iriam pedir asilo político.
“Eles fizeram isso por causa da situação de segurança deteriorada e violência contra os atletas no Iraque”, informou Ahmed. “Todos nós enfrentamos o mesmo perigo, mas isso não quer dizer que alguém deve abandonar seu time e difamar a reputação de seu país”.
A porta-voz do Ministério de Imigração da Austrália, Kevin Andrews, afirmou que os jogadores ainda possuem vistos legais e válidos no país, mas que ainda não entraram com pedido de asilo político. Os vistos regulares valem por três meses, o que dá aos iraquianos algum tempo antes de entrarem com o processo de requisição. Andrews se negou a dizer o nome dos asilados, que foram identificados pelos iraquianos como Ali Mansour, Ali Khidhayyir e Ali Abbas.
O time sub-23 do Iraque tem mais dois jogos agendados para esta semana, contra o Líbano e a Síria. Para Tariq Ahmed, a debandada deve fragilizar o time para estes jogos. “Isso causará uma moral fraca para nossos jogadores, e terá um efeito psicológico sobre eles. Eles (os jogadores que pediram asilo) deveriam ter esperado o final do qualificatório e aí eles poderiam fazer o que bem entendessem. Isso apenas mostra deslealdade com o seu país”, lamentou.
O futebol é popular no Iraque, e foi objeto de alegria para a população local neste ano, quando a seleção do país foi a vencedora da Copa da Ásia, em julho. No entanto, os atletas e membros de comissões técnicas esportivas são freqüentemente alvos de seqüestros, assaltos e assassinatos por conta da rixa entre xiitas e sunitas no território. Três membros do time campeão asiático também se recusaram a voltar para casa após a conquista, sendo um deles o capitão e estrela do time, Younis Mahmoud. O time principal do Iraque treina e joga apenas fora do país.
Os quatro membros da delegação não apareceram no aeroporto de Sydney, na Austrália, onde a seleção iraquiana foi disputar uma partida com o time sub-23 local em jogo válido pelo qualificatório para as Olimpíadas de Pequim, o qual os australianos venceram por 2 x 0. Segundo relataram os outros jogadores, a equipe esperava pelos quatro quando Saadi Toma, o assistente-técnico, telefonou dizendo que os ausentes não iriam aparecer, que estavam hospedados em casas de colegas no país e iriam pedir asilo político.
“Eles fizeram isso por causa da situação de segurança deteriorada e violência contra os atletas no Iraque”, informou Ahmed. “Todos nós enfrentamos o mesmo perigo, mas isso não quer dizer que alguém deve abandonar seu time e difamar a reputação de seu país”.
A porta-voz do Ministério de Imigração da Austrália, Kevin Andrews, afirmou que os jogadores ainda possuem vistos legais e válidos no país, mas que ainda não entraram com pedido de asilo político. Os vistos regulares valem por três meses, o que dá aos iraquianos algum tempo antes de entrarem com o processo de requisição. Andrews se negou a dizer o nome dos asilados, que foram identificados pelos iraquianos como Ali Mansour, Ali Khidhayyir e Ali Abbas.
O time sub-23 do Iraque tem mais dois jogos agendados para esta semana, contra o Líbano e a Síria. Para Tariq Ahmed, a debandada deve fragilizar o time para estes jogos. “Isso causará uma moral fraca para nossos jogadores, e terá um efeito psicológico sobre eles. Eles (os jogadores que pediram asilo) deveriam ter esperado o final do qualificatório e aí eles poderiam fazer o que bem entendessem. Isso apenas mostra deslealdade com o seu país”, lamentou.
O futebol é popular no Iraque, e foi objeto de alegria para a população local neste ano, quando a seleção do país foi a vencedora da Copa da Ásia, em julho. No entanto, os atletas e membros de comissões técnicas esportivas são freqüentemente alvos de seqüestros, assaltos e assassinatos por conta da rixa entre xiitas e sunitas no território. Três membros do time campeão asiático também se recusaram a voltar para casa após a conquista, sendo um deles o capitão e estrela do time, Younis Mahmoud. O time principal do Iraque treina e joga apenas fora do país.