Ninguém estará mais ansioso do que o volante Hernanes até domingo, às 18h10, horário em que o São Paulo enfrentará o Náutico pela Série A do Campeonato Brasileiro. O jogador, que completa 22 anos no final do mês, voltará a Recife, sua terra natal, pela primeira vez como titular de um grande clube.
Depois de fazer bons jogos no Paulistão, o jovem jogador havia sumido até do banco de reservas e foi pego de surpresa no último sábado. Após a intervenção do presidente Juvenal Juvêncio, ele voltou a ser escalado entre os 11 de Muricy Ramalho.
Jogar partidas em Recife como profissional não chega a ser uma novidade para Hernanes. Em 2006, ele enfrentou o Náutico e o Sport em Pernambuco, mas o impacto não foi o mesmo. Na época, ele estava emprestado ao Santo André e não tinha se firmado no novo clube para a disputa da Série B.
“Ainda não tenho certeza absoluta de que serei titular neste domingo. Se isso ocorrer, a alegria será muito grande. Vou rever minha família atuando pelo São Paulo”, empolgou-se o meio-campista.
Além dos pais e dos dois irmãos, Hernanes mantém muitos parentes na capital pernambucana. Sua tia Leda, que recebeu homenagem após o gol na vitória por 5 x 0 sobre o Barueri no dia 8 de abril, já está preparando a recepção.
“Liguei para lá esses dias e fiquei sabendo que ela está provocando muitos amigos que são torcedores do Náutico”, divertiu-se o são-paulino, que na adolescência chegou a jogar futsal pelo Santa Cruz e pelo Timbu antes se transferir para o Tricolor, em 2001.
Segundo o meia, ele nunca foi torcedor na juventude. Porém, entre os grandes do estado, ele simpatizava com o Sport.
Sócio
Não é apenas Hernanes que se sentirá à vontade nos Aflitos. Muricy Ramalho já foi bicampeão estadual em 2002 pelo Timbu e revelou ter pago do próprio bolso o salário do preparador físico Carlitos Macedo na época. “Tenho muitos amigos por lá. Pedi a contratação do preparador e eles estavam sem dinheiro. Fiquei responsável e ele ia trabalhar mesmo sem contrato”, lembrou o atual técnico são-paulino.
Depois de fazer bons jogos no Paulistão, o jovem jogador havia sumido até do banco de reservas e foi pego de surpresa no último sábado. Após a intervenção do presidente Juvenal Juvêncio, ele voltou a ser escalado entre os 11 de Muricy Ramalho.
Jogar partidas em Recife como profissional não chega a ser uma novidade para Hernanes. Em 2006, ele enfrentou o Náutico e o Sport em Pernambuco, mas o impacto não foi o mesmo. Na época, ele estava emprestado ao Santo André e não tinha se firmado no novo clube para a disputa da Série B.
“Ainda não tenho certeza absoluta de que serei titular neste domingo. Se isso ocorrer, a alegria será muito grande. Vou rever minha família atuando pelo São Paulo”, empolgou-se o meio-campista.
Além dos pais e dos dois irmãos, Hernanes mantém muitos parentes na capital pernambucana. Sua tia Leda, que recebeu homenagem após o gol na vitória por 5 x 0 sobre o Barueri no dia 8 de abril, já está preparando a recepção.
“Liguei para lá esses dias e fiquei sabendo que ela está provocando muitos amigos que são torcedores do Náutico”, divertiu-se o são-paulino, que na adolescência chegou a jogar futsal pelo Santa Cruz e pelo Timbu antes se transferir para o Tricolor, em 2001.
Segundo o meia, ele nunca foi torcedor na juventude. Porém, entre os grandes do estado, ele simpatizava com o Sport.
Sócio
Não é apenas Hernanes que se sentirá à vontade nos Aflitos. Muricy Ramalho já foi bicampeão estadual em 2002 pelo Timbu e revelou ter pago do próprio bolso o salário do preparador físico Carlitos Macedo na época. “Tenho muitos amigos por lá. Pedi a contratação do preparador e eles estavam sem dinheiro. Fiquei responsável e ele ia trabalhar mesmo sem contrato”, lembrou o atual técnico são-paulino.