< !--StartFragment -- >A força aérea gremista não é mais a mesma. No ataque, os gols não saem mais em jogadas ensaiadas. Na defesa, os adversários começaram a vazar o setor mais constante do Tricolor. A situação faz o técnico Celso Roth ficar preocupado e intensificar este tipo de lance em seus tradicionais treinos fechados.
“No começo do campeonato tínhamos uma boa bola parada defensiva e ofensiva. Agora, estamos sendo bem marcados na ofensiva e pecamos na defesa”, relatou o comandante do Grêmio.
A liberação dos “ares gremista” começou na derrota diante do Goiás em 13 de setembro. O primeiro gol do Esmeraldino ocorreu após cobrança de escanteio devido à falha de marcação da defesa na bola no primeiro pau. O erro tornou-se recorrente. No Gre-Nal dos quatro gols colorados dois foram de cabeça, sendo um deles na cobrança de um tiro de canto na primeira trave.
Na vitória sobre o Botafogo, o gol do alvinegro saiu após cobrança de falta e desvio de cabeça de Jorge Henrique. Contra a Portuguesa, a equipe paulista foi às redes após cobrança de escanteio no primeiro pau, quando a bola foi desviada para Ediglê marcar.
Nesse mesmo período, o Tricolor marcou seis gols, dois deles resultantes de cobrança de falta, contra Botafogo e Goiás. Porém, nenhum deles de cabeça. Roth sabe que esse fraco desempenho nas jogadas aéreas possui relação direta com a queda de rendimento da equipe e ele afirma: “Bola parada define jogo”.