A possibilidade de a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) autorizar algumas partidas dos dois principais times do Rio Grande do Sul no estádio municipal de Cidreira durante o Campeonato Gaúcho não foi vista com bons olhos pelos dirigentes de Grêmio e Internacional. A intenção da cidade, localizada no litoral, é receber quatro partidas, duas do Tricolor e duas do Colorado. As diretorias da dupla Gre-Nal, porém, são contra.
“Temos de olhar o aspecto técnico e também o lado do torcedor e do associado do Grêmio. Temos 50 mil sócios que pagam mensalidade, e janeiro e fevereiro são meses de safra magra no futebol gaúcho e brasileiro”, argumentou o assessor de futebol Paulo Pelaipe a Rádio Gaúcha, antes de relatar as condições ruins de jogo no local. “Lá as condições de vestiário do estádio eram precárias e lamentáveis. O cascalho caía e a iluminação era precária”, descreveu o dirigente gremista.
O presidente do Inter, Vitório Píffero, também confirma que, caso abrigue jogos, o estádio de Cidreira terá que ser reformado. “O estádio não tem condições. Não temos como garantir ao nosso sócio o acesso que ele tem direito. Teremos de pensar em uma forma, porque o estádio não apresenta menor condição técnica para levarmos o nosso equipamento de catracas”, contou o dirigente, que ainda propôs que os que atuem como visitantes no Cidreirão sejam os mandantes no mesmo estádio na rodada seguinte, dando “equilíbrio técnico” ao torneio.
Mesmo com os dois times mais tradicionais do Estado relutando em atuar na cidade, o prefeito de Cidreira, Beto Pires, segue confiante com o cumprimento da promessa da FGF. “Temos a palavra do presidente Francisco Noveletto para trazer os jogos para o estádio” garantiu o prefeito, que em seguida justificou a proposta de mudança de sede das partidas. “A vantagem é oferecer uma opção a mais para os torcedores do interior que muitas vezes são sócios, mas não tem acesso a capital para ver jogo. É unir o útil ao agradável para quem está na praia”, finalizou.
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O presidente do Inter, Vitório Píffero, também confirma que, caso abrigue jogos, o estádio de Cidreira terá que ser reformado. “O estádio não tem condições. Não temos como garantir ao nosso sócio o acesso que ele tem direito. Teremos de pensar em uma forma, porque o estádio não apresenta menor condição técnica para levarmos o nosso equipamento de catracas”, contou o dirigente, que ainda propôs que os que atuem como visitantes no Cidreirão sejam os mandantes no mesmo estádio na rodada seguinte, dando “equilíbrio técnico” ao torneio.
Mesmo com os dois times mais tradicionais do Estado relutando em atuar na cidade, o prefeito de Cidreira, Beto Pires, segue confiante com o cumprimento da promessa da FGF. “Temos a palavra do presidente Francisco Noveletto para trazer os jogos para o estádio” garantiu o prefeito, que em seguida justificou a proposta de mudança de sede das partidas. “A vantagem é oferecer uma opção a mais para os torcedores do interior que muitas vezes são sócios, mas não tem acesso a capital para ver jogo. É unir o útil ao agradável para quem está na praia”, finalizou.
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