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Futebol

Gramado vira ‘culpado’ por derrocada do Brasil nos pênaltis

Arquivo Geral

17/07/2011 19h15

Depois de perder várias oportunidades durante os 120 minutos de bola rolando, o Brasil também não conseguiu balançar as redes do goleiro paraguaio Justo Villar na disputa por pênaltis. O péssimo estado do gramado no estádio Ciudad de La Plata, sobretudo na área onde foram cobradas as penalidades decisivas, virou justificativa para o péssimo aproveitamento.

 

 

Elano abriu a série com um chute forte que subiu muito e passou longe do gol. Imediatamente, o meio-campista olhou para a marca da cal como se procurasse o defeito que o prejudicou no momento da batida. Na sequência, o paraguaio Barreto também despediçou sua cobrança e, assim como o brasileiro, reclamou da grande quantidade de areia na área.

 

 

O problema é que os paraguaios acertaram o pé e conseguiram driblar as dificuldades na hora do chute. Já o Brasil continuou errando: Villar defendeu a batida de Thiago Silva e apenas olhou as cobranças de André Santos e Fred se perderem pela linha de fundo. Sendo assim, o Paraguai precisou converter apenas dois pênaltis, com Estigarribia e Riveros, para passar à semifinal.

 

 

“Infelizmente futebol é loteria, pênalti é loteria”, comentou o lateral esquerdo André Santos, um dos “vilões”, enquanto deixava o campo com pressa. Quase todos os comandados do técnico Mano Menezes foram ao vestiário rapidamente, falando pouco.

 

 

Um dos únicos que parou para falar com os jornalistas, Robinho reforçou as críticas ao gramado. “Prejudicou muito mais o Brasil. Nosso time toca bem a bola e, com o gramado irregular, fica muito difícil”, apontou o atacante, um dos destaque do time enquanto a bola rolou.

 

 

“Eu ia bater o quinto pênalti. O pessoal falou que estava complicado para bater. Infelizmente saímos”, lamentou.

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