Os goleiros do São Paulo passaram apuros durante o treino desta segunda-feira no CT da Barra Funda. Mesmo com o temporal que caiu no final da tarde na capital paulista, os arqueiros do Tricolor permaneceram no gramado por mais de uma hora e realizaram todas as séries de atividades específicas da posição.
Perto de completar 35 anos, Rogério Ceni, que faz aniversário na terça-feira da semana que vem, não quis saber de refresco ou privilégios. Em busca da forma ideal, o camisa um do Tricolor, eleito pela Federação Internacional de História e Estatística o quinto melhor do mundo na posição, foi o mais exigido, sofrendo um bombardeio de chutes dos suplentes Bosco e Fabiano.
Ceni foi vítima até de um comentário maldoso do meia Souza, que passava ao lado de um dos campos do CT, obviamente em uma região coberta. “Está chovendo aí?”, questionou o atleta. “Só está garoando”, respondeu o goleiro, logo após defender mais um chute.
Para o restante do elenco, até por precaução, foi programado apenas um trabalho físico no Reffis. A comissão técnica considerou que o campo pesado poderia prejudicar os atletas, que foram submetidos a duros trabalhos na semana passada.
Recém-contratado, o lateral-direito Joilson admite que o trabalho duro dos goleiros chamou a atenção. “Nós também íamos treinar na chuva, mas preferiram nos deixar apenas na academia”, ressaltou o jogador, que jogou no Botafogo durante o Campeonato Brasileiro.
O zagueiro André Dias está, em contrapartida, mais acostumado com o ritmo de treinos dos goleiros. Contudo, foi solidário ao esforço dos companheiros. “Dá até pena dos goleiros treinarem com toda essa chuva”, explicou o jogador.
Todos presentes
Neste começo de semana, existe a expectativa da definição do futuro dos meias Hugo e Souza e dos atacantes Aloísio e Diego Tardelli. No caso de Souza, seu procurador, Luiz Taveira, está em contato com os dirigentes do Tricolor para abordar a proposta do Grêmio. O técnico Muricy Ramalho quer a permanência do jogador.
Quem também pode deixar o clube é o atacante Diego Tardelli. A direção do Flamengo prometeu uma resposta sobre as exigências são-paulinas na negociação nesta segunda-feira.
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Ceni foi vítima até de um comentário maldoso do meia Souza, que passava ao lado de um dos campos do CT, obviamente em uma região coberta. “Está chovendo aí?”, questionou o atleta. “Só está garoando”, respondeu o goleiro, logo após defender mais um chute.
Para o restante do elenco, até por precaução, foi programado apenas um trabalho físico no Reffis. A comissão técnica considerou que o campo pesado poderia prejudicar os atletas, que foram submetidos a duros trabalhos na semana passada.
Recém-contratado, o lateral-direito Joilson admite que o trabalho duro dos goleiros chamou a atenção. “Nós também íamos treinar na chuva, mas preferiram nos deixar apenas na academia”, ressaltou o jogador, que jogou no Botafogo durante o Campeonato Brasileiro.
O zagueiro André Dias está, em contrapartida, mais acostumado com o ritmo de treinos dos goleiros. Contudo, foi solidário ao esforço dos companheiros. “Dá até pena dos goleiros treinarem com toda essa chuva”, explicou o jogador.
Todos presentes
Neste começo de semana, existe a expectativa da definição do futuro dos meias Hugo e Souza e dos atacantes Aloísio e Diego Tardelli. No caso de Souza, seu procurador, Luiz Taveira, está em contato com os dirigentes do Tricolor para abordar a proposta do Grêmio. O técnico Muricy Ramalho quer a permanência do jogador.
Quem também pode deixar o clube é o atacante Diego Tardelli. A direção do Flamengo prometeu uma resposta sobre as exigências são-paulinas na negociação nesta segunda-feira.
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