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Com direito à famosa “paradinha”, o goleiro Tiago converteu, na última sexta-feira, o pênalti que definiu a vitória da Portuguesa sobre o Remo, no Canindé, por 1 x 0. Após o jogo, porém, o atleta teve um atrito com Danrlei, arqueiro da equipe paraense que acusou o colega de menosprezá-lo no momento da cobrança.
Irritado, o ex-gremista ainda recusou-se a trocar de camisa com o jogador da Lusa, que preferiu minimizar o incidente e garantiu: cobraria da mesma forma mesmo se Taffarel, seu grande ídolo, estivesse defendendo a meta do adversário.
“Não menosprezei ninguém, é apenas mais um artifício na hora da cobrança. Inventaram até que o Danrlei era meu ídolo. Mas, na verdade, quem sempre foi meu ídolo é o Taffarel. Infelizmente não tive a chance de bater um pênalti contra ele, mas não mudaria minha forma de bater mesmo com ele na minha frente”, revelou Tiago.
Vice-artilheiro da Portuguesa na Segundona, com sete gols, e terceiro da temporada, com 12, o camisa 1 credita ao técnico Vagner Benazzi o seu bom desempenho na bola parada, já que o treinador deu confiança e o incentivou a bater faltas desde que chegou ao Canindé, em 2006.
“Além de meu trabalho nos treinamentos, os gols vão saindo também por causa da confiança que o Benazzi depositou em mim”, afirmou Tiago, que não poupa elogios ao comandante da Lusa, único entre os 20 clubes da Série B que não trocou de treinador durante a competição.
“Desde o ano passado o mérito é totalmente do Benazzi, principalmente quando escapamos do rebaixamento para a Série C no final do campeonato do ano passado. Neste ano, ele pôde trabalhar com mais calma. Ele soube aproveitar o planejamento da diretoria e as contratações para formar bem o conjunto e nos levar aos objetivos que estamos alcançando”, concluiu o goleiro.
Irritado, o ex-gremista ainda recusou-se a trocar de camisa com o jogador da Lusa, que preferiu minimizar o incidente e garantiu: cobraria da mesma forma mesmo se Taffarel, seu grande ídolo, estivesse defendendo a meta do adversário.
“Não menosprezei ninguém, é apenas mais um artifício na hora da cobrança. Inventaram até que o Danrlei era meu ídolo. Mas, na verdade, quem sempre foi meu ídolo é o Taffarel. Infelizmente não tive a chance de bater um pênalti contra ele, mas não mudaria minha forma de bater mesmo com ele na minha frente”, revelou Tiago.
Vice-artilheiro da Portuguesa na Segundona, com sete gols, e terceiro da temporada, com 12, o camisa 1 credita ao técnico Vagner Benazzi o seu bom desempenho na bola parada, já que o treinador deu confiança e o incentivou a bater faltas desde que chegou ao Canindé, em 2006.
“Além de meu trabalho nos treinamentos, os gols vão saindo também por causa da confiança que o Benazzi depositou em mim”, afirmou Tiago, que não poupa elogios ao comandante da Lusa, único entre os 20 clubes da Série B que não trocou de treinador durante a competição.
“Desde o ano passado o mérito é totalmente do Benazzi, principalmente quando escapamos do rebaixamento para a Série C no final do campeonato do ano passado. Neste ano, ele pôde trabalhar com mais calma. Ele soube aproveitar o planejamento da diretoria e as contratações para formar bem o conjunto e nos levar aos objetivos que estamos alcançando”, concluiu o goleiro.