A pressão não é recente. Desde que caiu para a segunda divisão, o Coritiba não sabe o que é tranqüilidade. Faltando oito rodadas para o final da Série B, o time precisa reagir caso queira voltar para a elite do futebol brasileiro. Para o goleiro Artur, o time tem que esquecer os fatores externos para alcançar seu objetivo.
“Turbilhão político tem desde 3 de janeiro e não se tem paz nesse clube. Todos vocês (repórteres) sabem disso e não é agora que surgiu. Eu acho que nós temos que ficar fora disso e pensar somente no acesso do Coritiba e quem usa esse momento para criar o turbilhão deveria pensar mais no clube”, analisou.
Artur aconselha a diretoria a diminuir o preço dos ingressos, atraindo mais torcedores para empurrar o time na três partidas restante no Couto Pereira. “Temos três jogos em casa e precisamos de 40 mil pessoas. Temos que resolver nosso problema, que é vencer, fazer um jogo decisivo contra o Náutico e somar seis pontos para ficar entre os quatro”, concluiu o arqueiro, que sabe da necessidade de buscar também fora de casa pontos preciosos.