O técnico Geninho elogiou a chegada de Nadson ao Parque São Jorge e considerou até a possibilidade de aproveitá-lo na próxima partida, contra o Figueirense, no sábado. Mas, com poucos atacantes à disposição no elenco, ainda espera pela contratação de mais um atleta para a posição.
“O Nadson se aproxima muito das características do Nilmar e vamos torcer para que ele faça os gols que fez no Vitória e na Coréia, mas ainda esperamos a chegada de mais um atacante com as características do Rafael Moura”, diz.
Apesar de o novo reforço estar parado desde maio de 2005, Geninho afirma ter gostado da movimentação do atleta e estuda convocá-lo para o jogo diante dos catarinenses. “Quando ele foi negociado para fora, todos o queriam. Ele vem de lesão e fica a expectativa de como vai voltar, mas foi uma boa opção. Se durante a semana ele tiver uma participação normal, pode até ser aproveitado no banco no sábado”, comenta.
O treinador também aproveitou para dizer que não conta com uma possível saída de Carlitos Tevez. “O Tevez chegou contente, está tranqüilo, feliz. Não deu nenhum sinal de que não quer continuar. O fato de a esposa do Tevez estar assustada é uma realidade, mas não tenho visto nele um temor ou uma insatisfação. Ele está sempre disposto a fazer aquilo que você pede e em momento algum ele disse que quer sair. É um jogador integrado ao grupo”, discursou.
Outro jogador que recebeu elogios do comandante alvinegro foi o goleiro Bruno, que deve assinar contrato com o Corinthians nos próximos dias. “O Bruno é um garoto novo, alto, rápido e que teve uma participação muito boa na briga do Atlético Mineiro contra o rebaixamento no ano passado e se apresentou bem na Série B. Ele ainda pode evoluir e é um investimento bom para o clube”, considerou.
Sobre as permanências de Jonny Herrera, Rafael Moura, Rubens Junior e Wescley, cujos contratos estão para terminar, Geninho não quis dar muitos detalhes. “Devemos resolver isso em uma conversa rápida. Não gosto de tornar pública minha opinião sobre essa situação para não ficar preso depois às minhas palavras”, disse. “Sou funcionário e meu patrão tem o direito de tomar as decisões com relação ao plantel. Agora, utilizar o jogador ou não depende do treinador”, completou.