A mística do Gato Preto é forte. Se o Ceilândia tem como mascote o folclórico animal, nada como comparar o Abadião como a verdadeira casa dos horrores. Isso porque quando os adversários do Ceilândia o encaram dentro de seus domínios, tudo pode acontecer.
Como um verdadeiro mordomo fúnebre, o cabalístico artilheiro Dimba revelou algo sobre o estádio que volta a receber jogos após interdição para reformas. “Existe um segredo que nós que estamos acostumados a jogar no Abadião conhecemos e isso nos ajuda dentro de campo”, disse, com ar misterioso.
Hoje, o Ceilândia encara o Capital, às 16h, dentro decasa, em partida válida pelo returno do certame. Dimba fez questão de lembrar de sua torcida. “Sem dúvida alguma, jogar no Abadião com os torcedores é essencial para nós, pois nosso retrospecto dentro de casa mostra isso”, afirmou.
Uma afirmação que condiz exatamente com os números. Com um aproveitamento de 61,9% em competições desde o início do ano passado, o Gato só não pontuou dentro de casa, por duas vezes até então.
Tapete verde
Para o comandante do alvinegro, Adelson de Almeida, uma característica especifíca faz com que a volta ao Abadião seja comemorada. “Jogar em casa é sempre bom, ainda mais no Abadião que tem um ótimo gramado. Espero que a torcida possa comparecer e nos ajudar a sair com a vitória”, disse o técnico.