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Futebol

Galo considera Maracanã um campo neutro

Arquivo Geral

29/07/2009 0h00

O maior estádio e a maior torcida do Brasil não assustam o Atlético-MG. Apesar da derrota de domingo para o Goiás, o Galo inicia esta rodada como líder. Por isto, a única maneira em que pode pensar em encarar o Flamengo, nesta quinta-feira, é de igual para igual, de peito aberto.


Para Welton Felipe, a rivalidade é um fator a mais neste confronto.”É o segundo maior rival, depois do Cruzeiro, é o Flamengo. É um jogo difícil, é um clássico nacional que tem muita história. Vai ser um jogo muito difícil, mas o Maracanã é um campo neutro, do estilo do Mineirão, e acho que tem possibilidade de a gente conseguir fazer um bom jogo lá”, pensa o zagueiro.


Éder Luís concorda que, pelas dimensões, o Maracanã proporciona jogos mais emocionantes. “É um campo onde não tem como você jogar fechado, é muito grande. Então, as oportunidades surgem para os dois times. Espero que a gente absorva a derrota para o Goiás e corrija os erros que apresentamos”, diz o atacante.


O plano de jogar tentando sempre a vitória vem do comandante. “É mais um jogo difícil pelo momento do adversário, pelo que o Flamengo criou no último jogo. O estádio vai estar cheio, mas vamos jogar de igual para igual porque a gente também vive um momento muito bom. Temos que usar a velocidade, que é o nosso ponto forte, e penso que o Atlético tem tudo para fazer um bom jogo”, analisa Celso Roth.


O Atlético entra em campo com Aranha; Márcio Araújo, Werley, Welton Felipe e Thiago Feltri; Jonílson, Renan, Serginho e Júnior; Éder Luís e Diego Tardelli. Duas importantes opções não viajam para o Rio de Janeiro. O volante Carlos Alberto, titular da lateral-direita, e o atacante Alessandro, que costuma ser acionado no segundo tempo, estão no departamento médico.

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