O atacante Fred, atualmente no Lyon da França, ganhou mais uma disputa nos Tribunais contra o Cruzeiro. Nas última quarta-feira, o jogador venceu mais uma sentença do recurso pedido pela Raposa contra a punição imposta de quase R$ 2,7 milhões referentes à quantia que o atleta teria direito após sua transferência para o futebol europeu.
Fred reclama o direito de receber R$ 954 mil, relativos à sua transferência para o futebol francês, e mais R$ 1,7 milhões pelo descumprimento do contrato. O time celeste já havia sido condenado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MG) em novembro, em um processo que se arrastava desde 2005.
Segundo o contrato, Fred teria direito a receber 3 dos 15 milhões de euros arrecadados com sua venda. O jogador alega que faltaram 343 mil euros da porcentagem que lhe caberia, visto que era dono de 15% dos direitos federativos.
Na sua defesa, a Raposa alega que o atacante deveria contribuir com cerca de 150 mil euros para o pagamento da multa indenizatória aos clubes formadores, no caso o América de Teófilo Otoni, América de Rio Preto e América de Belo Horizonte.
Mais 200 mil euros foram retidos por causa de um pagamento antecipado de luvas a Fred, na época de sua contratação junto ao Feyenoord, da Holanda. Motivo para mais discordância. Os dirigentes celestes apontam que o ‘prêmio’ seria referente aos 60 meses de contrato firmados entre as partes. Entretanto, o atacante ficou apenas 13 na Toca.
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Segundo o contrato, Fred teria direito a receber 3 dos 15 milhões de euros arrecadados com sua venda. O jogador alega que faltaram 343 mil euros da porcentagem que lhe caberia, visto que era dono de 15% dos direitos federativos.
Na sua defesa, a Raposa alega que o atacante deveria contribuir com cerca de 150 mil euros para o pagamento da multa indenizatória aos clubes formadores, no caso o América de Teófilo Otoni, América de Rio Preto e América de Belo Horizonte.
Mais 200 mil euros foram retidos por causa de um pagamento antecipado de luvas a Fred, na época de sua contratação junto ao Feyenoord, da Holanda. Motivo para mais discordância. Os dirigentes celestes apontam que o ‘prêmio’ seria referente aos 60 meses de contrato firmados entre as partes. Entretanto, o atacante ficou apenas 13 na Toca.
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