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Futebol

Fim da era Marcelinho Carioca no Timão partiu de Dualib

Arquivo Geral

17/08/2006 0h00

O técnico Emerson Leão afirmou após a vitória sobre o Fluminense que a demissão do meia Marcelinho Carioca não foi um pedido dele. Segundo o treinador, tratava-se de uma “situação definida” antes de sua chegada ao Parque São Jorge e que ele acatou ao assinar o contrato.

O presidente Alberto Dualib, principal defensor da contratação do jogador, foi quem decidiu pela saída de Marcelinho. O dirigente teria ficado irritado com a briga envolvendo o meia e o volante Mascherano no treino de quinta-feira passada e com as declarações do atleta dias antes alfinetando os companheiros.

Posando como queridinho do presidente, Marcelinho cobrou uma postura mais firme do então técnico Geninho, afirmando que “jogador é igual mulher de malandro, tem que apanhar para aprender”, e questionou a falta de liderança exercida pelos três atletas que disputaram a Copa do Mundo (Ricardinho, Mascherano e Tevez).

A rescisão contratual, no entanto, ainda não foi assinada. A advogada de Marcelinho, dra. Gislaine Nunes, não atendeu a imprensa nesta quinta, mas já havia declarado que não iria facilitar a quebra do contrato com o clube.

Enquanto isso, o jogador seguirá treinando em separado no Parque São Jorge. Caso não haja um acordo para sua saída, Marcelinho pode até ser relegado ao time B do Corinthians, como já aconteceu com o goleiro Marcelo e o lateral Eduardo Ratinho.

Essa foi a segunda passagem de Marcelinho Carioca pelo Timão. Bem diferente da primeira vez, quando disputou 427 jogos e marcou 206 gols entre 1994 e 2001, o atleta participou de apenas cinco partidas neste ano e não balançou as redes nenhuma vez.

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