“O Santos pode virar uma referência no mundo em prevenção de contusão”. A frase expõe a atual meta do fisioterapeuta Nilton Petrone, o Filé, que ficou conhecido no meio esportivo depois de recuperar o atacante Ronaldo nas vésperas da Copa do Mundo de 2002. O profissional foi contratado pelo Santos no começo de outubro para contribuir no projeto do clube de modernizar sua área médica.
Atualmente, quem atrai os holofotes para o setor clínico é o São Paulo em função do sucesso do núcleo de Reabilitação Esportiva, Fisioterápica e Fisiológica (Reffis). O clube do Morumbi recebe com freqüência jogadores de ponta, que atuam em outros países, interessados em se tratar no Reffis.
O Santos, por sinal, já abriu suas portas para quem quiser utilizar sua estrutura física e humana, mas Filé garante que o Peixe não está interessado em disputar uma “queda de braço” com o rival da capital. O motivo é simples: o Peixe não enfoca a reabilitação, e sim a prevenção. Mas isso também não impede o clube de receber atletas interessados em se reabilitar.