A ação judicial impetrada por uma associação de moradores de Florianópolis não vai atrapalhar o projeto do Figueirense em construir um novo Estádio Orlando Scarpelli para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014. Isso é o que garante a diretoria alvinegra, que concedeu uma coletiva nesta quarta-feira para esclarecer o caso.
O problema nos planos do Figueira começou quando a União Florianopolitana das Entidades Comunitárias (Ufeco) entrou com uma ação contra a Prefeitura e a Câmara de Vereadores de Florianópolis alegando inconstitucionalidade na lei. Agora, a capital catarinense depende de uma liminar suspendendo a norma até março do ano que vem para continuar como candidata a receber jogos do Mundial.
Mesmo com o problema, o presidente da Comissão de Construção do novo estádio, Paulo Prisco, descarta a desistência do projeto de reconstrução da casa alvinegra. “Nós não tememos absolutamente nada, pois tudo foi feito dentro da legalidade, inclusive com audiência pública onde não houve qualquer manifestação contrária. O Figueirense assumiu um compromisso e vai honrá-lo”, assegurou.
No entanto, apesar de negar preocupação, Prisco repassa a culpa por um possível fracasso do projeto às organizações que entrarem com ação. “A Fifa não tem concessões, cumpre rigorosamente seus prazos. O Figueirense e os poderes públicos estão fazendo a sua parte. Se houver qualquer impedimento, a responsabilidade será das pessoas e dos órgãos que estão querendo entravar esta conquista de Florianópolis e de Santa Catarina”, finalizou.
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Mesmo com o problema, o presidente da Comissão de Construção do novo estádio, Paulo Prisco, descarta a desistência do projeto de reconstrução da casa alvinegra. “Nós não tememos absolutamente nada, pois tudo foi feito dentro da legalidade, inclusive com audiência pública onde não houve qualquer manifestação contrária. O Figueirense assumiu um compromisso e vai honrá-lo”, assegurou.
No entanto, apesar de negar preocupação, Prisco repassa a culpa por um possível fracasso do projeto às organizações que entrarem com ação. “A Fifa não tem concessões, cumpre rigorosamente seus prazos. O Figueirense e os poderes públicos estão fazendo a sua parte. Se houver qualquer impedimento, a responsabilidade será das pessoas e dos órgãos que estão querendo entravar esta conquista de Florianópolis e de Santa Catarina”, finalizou.
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