Na decisão entre duas equipes surpreendentes, a 39ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior ficou nas mãos do Figueirense. A vitória sobre o Rio Branco por 3 x 0 confirmou a fama de “carrasco de paulistas” da equipe catarinense, que já havia passado na segunda fase por Palmeiras, União São João, São Carlos e São Paulo.
A grande campanha do Figueira foi muito baseada na força da defesa, que sofreu apenas três gols nas oito partidas disputadas na competição. Na final disputada no estádio do Nacional, o Nicolau Alayon, o sistema defensivo comandado pelo goleiro Gustavo, grande destaque da semifinal contra o São Paulo, novamente não foi vazado.
A equipe do interior bem que tentou honrar a tradição do futebol do Estado, na comemoração do aniversário da cidade de São Paulo. Desse modo, o time que deteve o melhor ataque da competição começou pressionando, criando boa chance com o meia Danilo, que invadiu a área pela direita e falhou na hora do cruzamento.
O maior domínio do Rio Branco proporcionava os contra-ataques ao Figueirense. Sempre comandados pelo armador Talhetti, os catarinenses assustaram o goleiro Alysson com dois chutes de longa distância.
Aos 33, a grande chance do jogo apareceu para o time de Americana, quando o atacante Hélerson recebeu frente a frente com o Gustavo e chutou, mas o zagueiro William estava esperto na cobertura. Em seguida, o troco do Figueira foi fatal. Massari fez boa arrancada pela esquerda e encontrou Marcelo livre dentro da área. O atacante não teve problemas para dominar e tocar rasteiro no canto direito do goleiro.
O panorama da partida não mudou no segundo tempo, com a equipe da primeira divisão do Campeonato Brasileiro apostando nos contra-ataques. A primeira boa chance do Rio Branco apareceu aos 9 minutos, quando Thiago Silva serviu o meia Izac na entrada da área. Ele chutou no canto e Gustavo se esticou para defender.
Com o Figueirense recuando cada vez mais, outras oportunidades foram criadas pelo time interiorano. A primeira com Hélerson, que tentou chute de fora da área. A segunda com o zagueiro Bruno, que invadiu a grande área pela esquerda, mas foi travado no momento de finalizar.
Seguindo à risca o desenho da primeira etapa, os catarinenses marcaram justamente quando o adversário pressionava. Após chutão para frente, o centroavante Marquinhos, autor do gol que classificou a equipe à decisão, dominou, tirou o zagueiro da marcação e chutou fraco, contando com a colaboração do goleiro Alysson para marcar.
A partir daí, o Rio Branco ainda tentou atacar, sempre utilizando os lados do campo, mas a força defensiva do Figueirense prevaleceu, fazendo com que os paulistas conhecessem sua primeira derrota na Copinha.
Os contra-ataques novamente estiveram à disposição do Figueira, que aos 49 minutos ainda desperdiçou um pênalti, defendido por Alysson. Entretanto, isso de nada atrapalharia a conquista, que é a primeira de uma equipe de Santa Catarina na história da Copa São Paulo.
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< !--/hotwords -- >A grande campanha do Figueira foi muito baseada na força da defesa, que sofreu apenas três gols nas oito partidas disputadas na competição. Na final disputada no estádio do Nacional, o Nicolau Alayon, o sistema defensivo comandado pelo goleiro Gustavo, grande destaque da semifinal contra o São Paulo, novamente não foi vazado.
A equipe do interior bem que tentou honrar a tradição do futebol do Estado, na comemoração do aniversário da cidade de São Paulo. Desse modo, o time que deteve o melhor ataque da competição começou pressionando, criando boa chance com o meia Danilo, que invadiu a área pela direita e falhou na hora do cruzamento.
O maior domínio do Rio Branco proporcionava os contra-ataques ao Figueirense. Sempre comandados pelo armador Talhetti, os catarinenses assustaram o goleiro Alysson com dois chutes de longa distância.
Aos 33, a grande chance do jogo apareceu para o time de Americana, quando o atacante Hélerson recebeu frente a frente com o Gustavo e chutou, mas o zagueiro William estava esperto na cobertura. Em seguida, o troco do Figueira foi fatal. Massari fez boa arrancada pela esquerda e encontrou Marcelo livre dentro da área. O atacante não teve problemas para dominar e tocar rasteiro no canto direito do goleiro.
O panorama da partida não mudou no segundo tempo, com a equipe da primeira divisão do Campeonato Brasileiro apostando nos contra-ataques. A primeira boa chance do Rio Branco apareceu aos 9 minutos, quando Thiago Silva serviu o meia Izac na entrada da área. Ele chutou no canto e Gustavo se esticou para defender.
Com o Figueirense recuando cada vez mais, outras oportunidades foram criadas pelo time interiorano. A primeira com Hélerson, que tentou chute de fora da área. A segunda com o zagueiro Bruno, que invadiu a grande área pela esquerda, mas foi travado no momento de finalizar.
Seguindo à risca o desenho da primeira etapa, os catarinenses marcaram justamente quando o adversário pressionava. Após chutão para frente, o centroavante Marquinhos, autor do gol que classificou a equipe à decisão, dominou, tirou o zagueiro da marcação e chutou fraco, contando com a colaboração do goleiro Alysson para marcar.
A partir daí, o Rio Branco ainda tentou atacar, sempre utilizando os lados do campo, mas a força defensiva do Figueirense prevaleceu, fazendo com que os paulistas conhecessem sua primeira derrota na Copinha.
Os contra-ataques novamente estiveram à disposição do Figueira, que aos 49 minutos ainda desperdiçou um pênalti, defendido por Alysson. Entretanto, isso de nada atrapalharia a conquista, que é a primeira de uma equipe de Santa Catarina na história da Copa São Paulo.
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