Menu
Futebol

Festa do River tem provocação a rival e espetáculo na volta olímpica

Arquivo Geral

11/12/2014 11h01

A comemoração do título da Copa Sul-americana alcançou um novo patamar na última quarta-feira. Após vencer o Atlético Nacional por 2 a 0 e quebrar tabu de 17 anos sem taças internacionais, o River Plate abusou dos festejos. Não faltou a tradicional provocação ao maior rival, mas a cena marcante na celebração foi a volta olímpica com o Monumental de Núñez iluminado à meia luz.

Os festejos, porém, não foram só de exaltação ao título do River. Da arquibancada a torcida lembrou a classificação sobre o Boca Juniors nas semifinais entoando repetidamente o nome de Gigliotti, atacante rival que perdeu um pênalti no Superclassico que decidiu vaga na decisão.

A provocação vinda das arquibancadas dentro do gramado não deixou por menos. Pouco após a entrega das medalhas, o foco da festa foi a rivalidade do Superclassico. Os jogadores milionários já tinham celebrado demais a classificação nas semifinais sobre o Boca Juniors e voltaram a lembrar do insucesso da outra metade de Buenos Aires. Ainda no gramado, cantaram pedindo ”Un minuto de silencio… para Boca que está muerto…”.

Esquecido o rival, o momento foi emocionante. A administração do estádio diminuiu os refletores e deixou o espetáculo por conta das mais de 60 mil pessoas. Os campeões continentais subiram no caminhão ainda dentro do Monumental e fizeram a volta olímpica iluminados por milhares de celulares, enquanto a queima de fogos emoldurava o cenário.

O céu de Buenos Aires foi tomado por bandeiras vermelhas e brancas e a cantoria varou a noite no Obelisco. Local tradicional da comemoração de títulos, o ponto turístico foi um palco de exaltação ao técnico Marcelo Gallardo. Campeão da Sul-americana em 1997, o agora técnico é o único na história do River Plate a vencer a América tanto no campo quanto no banco de reservas.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado