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Futebol

Falta de confiança antecipa queda de Felipão no Palmeiras

Arquivo Geral

13/09/2012 21h00

A diretoria do Palmeiras não tinha 100% de convicção em se desfazer de Luiz Felipe Scolari após a derrota da noite dessa quarta-feira contra o Vasco, no estádio de São Januário. A ideia inicial do presidente Arnaldo Tirone e do vice de futebol Roberto Frizzo era sentir o astral do técnico nas últimas horas antes de tomar a decisão derradeira.

 

A reportagem da GE.net apurou que a direção alviverde não descartava a permanência de Scolari até o clássico de domingo contra o Corinthians, no Pacaembu. Só que, desta vez, não iria impor obstáculos caso o treinador demonstrasse insegurança na reunião desta quinta-feira, na sede do clube.

 

Foi o que aconteceu. O próprio Felipão passou aos dirigentes a dificuldade em tirar o Palmeiras da má fase depois da conquista da Copa do Brasil e da vaga na Libertadores-2013, indicando sua saída como uma possível solução. No fim das contas, o comunicado oficial do clube aponta que houve uma rescisão em “comum acordo” – os dirigentes, realmente, não se esforçaram para segurá-lo.

 

A reunião desta quinta-feira começou por volta das 14 horas e terminou às 17h30, com a presença de Felipão, Tirone, Frizzo e outros dois personagens: o gerente de futebol César Sampaio e o coordenador técnico Galeano. Na noite anterior, ainda no Rio de Janeiro, as partes envolvidas já tinham conversado sobre o fim da parceria.

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