Nesta terça-feira, foram anunciados os primeiros desdobramentos na justiça da tragédia ocorrida no Estádio da Fonte Nova em novembro, quando sete pessoas morreram com o desabamento de parte da arquibancada.
Cinco autoridades foram indiciadas pelos incidentes durante a partida entre Bahia e Vila Nova-GO: o ex-meia e diretor superintendente da Superintendência de Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), Raimundo Nonato Tavares, Bobô; Virgílio Elísio, diretor técnico da CBF; Ednaldo Rodrigues, presidente da Federação Baiana de Futebol; Petrônio Barradas, presidente do Bahia, e o engenheiro da Sudesb, Nilo Santos Júnior.
A medida foi divulgada pela delegada Marilda Marcela da Luz juntamente com a conclusão do inquérito realizado pela Polícia Civil sobre os problemas no principal estádio baiano, que será demolido.
Bobô, Virgilio Elísio, Ednaldo Rodrigues e Petrônio Barradas foram enquadrados como homicídio doloso (com intenção) por não terem evitado o desabamento. A pena é de
Apenas um dos que poderiam ser indiciados não foi enquadrada como responsável por homicídio: a juíza da 2ª Vara de Defesa do Consumidor, Lícia Pinto Fragoso, que teve acesso em janeiro de
Os processos serão encaminhados ao Tribunal de Justiça nesta quarta-feira.