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Futebol

Estudiantes aposta em tradição e garra para vencer Libertadores

Arquivo Geral

14/07/2009 0h00

O Estudiantes de La Plata, que pode reviver os tempos de glória do tricampeonato da Copa Libertadores entre 1968 e 1970, tem no espírito de luta a arma principal para surpreender amanhã o Cruzeiro no Mineirão.


O destaque é o veterano meio-campo Juan Sebastián Verón. De volta ao país após muitas temporadas na Europa, pelos pés do jogador passam quase todas as jogadas ofensivas da equipe.


O problema é que, quando ele não vai bem, o time também não. Um exemplo disso foi na ida da final, em La Plata, quando teve atuação discreta e não conseguiu levar o Estudiantes à vantagem na decisão.


Outra estrela do meio-campo é Rodrigo Braña, responsável pelos roubos de bola e ligação entre a defesa e o ataque.


A defesa é entrosada e tem tido peças de reposição no mesmo nível nas últimas temporadas. Mesmo sem o lateral Marcos Angeleri e o zagueiro Agustín Alayes, o desempenho é o mesmo com Cellay e Schiavi, seus respectivos substitutos.


O artilheiro é Mauro Boselli, que lidera a disputa na Libertadores com sete gols marcados. Gastón Fernández, seu companheiro na frente, é um jogador de mais movimentação, que atrai a marcação dos adversários.


Assim como o Cruzeiro, o Estudiantes conta com um goleiro muito seguro: Mariano Andújar, já vendido ao Catania, da Itália. É dele o novo recorde de tempo sem levar gols na história da Libertadores – 857 gols, batendo um recorde em poder de Hugo Gatti desde 1977.

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