
A estreia do Corinthians na Copa Libertadores trouxe à memória de muitos torcedores o primeiro passo na campanha do título de 2012. Após a suada vitória por 1 a 0 sobre o Cobresal, no Chile, Tite também recordou o empate por 1 a 1 com o Deportivo Táchira, na Venezuela, há quatro anos.
“Estar na liderança na primeira rodada é circunstancial”, disse o treinador, dando início à lembrança. “O importante é ir construindo etapas. Em 2012, empatamos com o Táchira aos 47 do segundo tempo. Constrói etapas. Estamos no processo de construção da equipe.”
À época, a enorme vibração de Ralf, autor do gol do empate, e a do próprio Tite foram motivo de chacota dos rivais. Treze partidas depois, o Corinthians era campeão invicto.
Não foi a pretensão do comandante prever mais um título. Mas, como há quatro anos, ele vê espaço para o time “se consolidar” ao longo da disputa, como gosta de repetir.
É na criação das jogadas que Tite imagina o maior potencial de crescimento. O remodelado time alvinegro ainda encontra dificuldades pela falta de entrosamento. E ainda serão integrados à formação titular reforços como Giovanni Augusto e Guilherme. “No último terço do campo, tem muita margem para crescer.”