O empresário Léo Rabello esclareceu nesta quarta-feira a liminar que obteve em relação à negociação do meia Thiago Neves, do Fluminense, com outros clubes. Segundo o empresário, proprietário de 68% dos direitos federativos do atleta, o seu único objetivo é garantir a sua participação nas conversas sobre o destino do atleta em 2008.
A ação, segundo Rabello, é uma resposta aos boatos de que o outro empresário de Thiago, Luiz Alberto Oliveira e que tem 32% dos direitos do meia, está negociando sem o seu consentimento.
“Nosso pleito é preservar nossos direitos. Há um contrato assinado por mim, pelo Luiz Alberto e a sua empresa, a LA, pelo Paraná e registrado em cartório de Curitiba. Nossa empresa tem direito de negócio, tem que ser ouvida. Qualquer tentativa de registrar algum contrato do Thiago só poderia ser feito com a nossa anuência”, explicou Rabello.
De acordo com o empresário, o vínculo de Thiago Neves com o Fluminense não foi alterado com a ação. Ou seja, o meia permanece como atleta do Tricolor até 31 de dezembro de 2007. Já a relação entre Rabello e o jogador tem vinculações diferentes. “Estou registrado como empresário dele na CBF até 9 de janeiro de 2008, mas tanto eu quanto o Luiz Alberto temos os direitos federativos do Thiago Neves por mais quatro anos. Se ele for vendido, isso se encerra”.
O empresário também afirma que não ouviu de Luiz Alberto nenhuma informação de que estava negociando Thiago, mas os comentários veiculados pela mídia o fizeram entrar na Justiça. “Ele nunca me disse nada, mas tomei a decisão para não dar mais confusão. Esses dias li nos jornais que a LA disse que desconhecia o contrato. Acho que é mentira. Como desconheceriam algo que assinaram?”, questionou.
Sobre o destino de Thiago Neves, Rabello alega que não recebeu nenhuma proposta concreta e que não conversou com nenhum clube além do Fluminense. “O Fluminense tem prioridade na renovação e só vou negociar com outra equipe quando exaurir o prazo de negociações com eles”.
Thiago Neves, no entanto, declarou que soube de “seus empresários que teve propostas de Palmeiras, São Paulo, Emirados Árabes e Atlético de Madri, da Espanha”. Procurada após a entrevista com Léo Rabello, a assessoria do jogador alega que ele não dará mais declarações sobre o caso.
Em relação a Luiz Alberto, Rabello admitiu que as suas relações com o empresário estão estremecidas, mas assegura que isso nada tem a ver com a decisão de ir à Justiça. “Nossa relação era boa e ficou ruim de uma hora para outra. Mas essa liminar não foi contra ele. Fiz até um trabalho para ele, porque a finalidade principal e primordial é assegurar o cumprimento dos contratos que firmamos”, garantiu.
Luiz Alberto Oliveira foi procurado, mas o celular do empresário se encontrava desligado.
A ação, segundo Rabello, é uma resposta aos boatos de que o outro empresário de Thiago, Luiz Alberto Oliveira e que tem 32% dos direitos do meia, está negociando sem o seu consentimento.
“Nosso pleito é preservar nossos direitos. Há um contrato assinado por mim, pelo Luiz Alberto e a sua empresa, a LA, pelo Paraná e registrado em cartório de Curitiba. Nossa empresa tem direito de negócio, tem que ser ouvida. Qualquer tentativa de registrar algum contrato do Thiago só poderia ser feito com a nossa anuência”, explicou Rabello.
De acordo com o empresário, o vínculo de Thiago Neves com o Fluminense não foi alterado com a ação. Ou seja, o meia permanece como atleta do Tricolor até 31 de dezembro de 2007. Já a relação entre Rabello e o jogador tem vinculações diferentes. “Estou registrado como empresário dele na CBF até 9 de janeiro de 2008, mas tanto eu quanto o Luiz Alberto temos os direitos federativos do Thiago Neves por mais quatro anos. Se ele for vendido, isso se encerra”.
O empresário também afirma que não ouviu de Luiz Alberto nenhuma informação de que estava negociando Thiago, mas os comentários veiculados pela mídia o fizeram entrar na Justiça. “Ele nunca me disse nada, mas tomei a decisão para não dar mais confusão. Esses dias li nos jornais que a LA disse que desconhecia o contrato. Acho que é mentira. Como desconheceriam algo que assinaram?”, questionou.
Sobre o destino de Thiago Neves, Rabello alega que não recebeu nenhuma proposta concreta e que não conversou com nenhum clube além do Fluminense. “O Fluminense tem prioridade na renovação e só vou negociar com outra equipe quando exaurir o prazo de negociações com eles”.
Thiago Neves, no entanto, declarou que soube de “seus empresários que teve propostas de Palmeiras, São Paulo, Emirados Árabes e Atlético de Madri, da Espanha”. Procurada após a entrevista com Léo Rabello, a assessoria do jogador alega que ele não dará mais declarações sobre o caso.
Em relação a Luiz Alberto, Rabello admitiu que as suas relações com o empresário estão estremecidas, mas assegura que isso nada tem a ver com a decisão de ir à Justiça. “Nossa relação era boa e ficou ruim de uma hora para outra. Mas essa liminar não foi contra ele. Fiz até um trabalho para ele, porque a finalidade principal e primordial é assegurar o cumprimento dos contratos que firmamos”, garantiu.
Luiz Alberto Oliveira foi procurado, mas o celular do empresário se encontrava desligado.