Um dia depois de o atacante Leandro Amaral demonstrar sua insatisfação com algumas atitudes do presidente do Vasco, Eurico Miranda, o empresário do jogador, José Renato, veio a público nesta segunda-feira para tentar contornar o princípio de crise que se instalou sobre a permanência ou não do atacante.
“Está tudo tranqüilo. O Vasco tinha a opção de renovação automática e exerceu esta opção”, afirmou José Renato, admitindo que o clube carioca teria que ser ressarcido em caso de saída de Leandro. “A multa que existe no contrato do Leandro é a que está estabelecida pela Lei Pelé, que é proporcional ao salário”.
O empresário, que também cuida dos interesses do volante cruzmaltino Andrade, espera por uma solução pacífica para todos os lados. “Tudo é uma questão de conversar, de ter um pouquinho mais de paciência. É questão de chegar a alguma coisa que seja pelo menos razoável para o Vasco e bom para o Leandro. Brigar é ruim para o Leandro, que corre o risco de ficar parado e ruim também para o clube, que pode ficar sem um bom jogador”, comentou, em entrevista à Sportv.
O empresário ainda garantiu entender o posicionamento adotado pelo Vasco ao renovar automaticamente o contrato do centroavante. “O Leandro tem que ter a consciência de que é um ídolo da torcida do Vasco, é o principal jogador do clube e saber que ele mesmo assinou o contrato, dando esta opção de renovação ao Vasco”, analisou.