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Futebol

Em reencontro, Vitor Hugo tenta cumprir missão de segurar Nilton

Arquivo Geral

22/09/2015 8h30

“Botei o Vitor Hugo por ser mais forte e porque conheço bem o Nilton, que entra no primeiro pau com muita eficiência. Mas ele não teve trabalho nenhum para fazer um gol simples. Só veio, cabeceou e botou a bola para dentro.” Essa declaração é de Marcelo Oliveira, irritado pelo gol que definiu a derrota do Palmeiras por 1 a 0 para o Inter, há 13 dias. Nesta quarta-feira, novamente no Beira-Rio, o zagueiro tentará se redimir.

Na jogada que definiu a partida pelo Campeonato Brasileiro, após cobrança de falta pela direita, Nilton saiu facilmente da marcação de Vitor Hugo e Alecsandro não chegou a tempo de evitar seu cabeceio nas redes. O lance gerou uma bronca de Marcelo Oliveira no zagueiro.

“Foi desatenção e um diálogo muito rápido que tivemos dentro de campo. Justamente naquela hora, trocamos, depois destrocamos o marcador e acabei saindo atrasado, não cheguei. Depois do jogo, o professor falou comigo e me expliquei. É bom ter sempre esse diálogo. Entendi o lado dele e ele, o meu”, disse o zagueiro, prometendo cumprir a missão agora, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

“O professor normalmente me coloca para marcar o melhor cabeceador do adversário porque acredita no meu potencial. Ele deve me colocar para marcar o Nilton de novo e, se for para marcar, vou dar o meu melhor para segurar o homem”, falou Vitor Hugo, cobrando atenção coletiva para que erros individuais não se tornem gols adversários como tem ocorrido.

“Tomar gol está sendo chato, repetimos erros que não aconteciam na nossa sequência de vitórias porque entrávamos sempre ligados. É um pouco de desatenção, porque não estamos levando gols por mérito do outro time, não estamos sendo envolvidos. Estamos trabalhando e conversando para acertar. Precisamos estar mais atentos, pode sair gol em qualquer vacilo nosso”, alertou.

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