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Futebol

Em comunicado oficial, Fifa se isenta de culpa em denúncias passadas

Arquivo Geral

30/11/2010 15h37

A Fifa se pronunciou na manhã desta terça-feira quanto às denúncias de que esteve recebendo propina de uma empresa de marketing durante a década de 1990. A entidade citou os casos investigados pelo poder público suíço e se isentou de culpa nas ocasiões por parte que qualquer funcionário que os tenha representado no passado.

 

A entidade máxima do futebol veio a público depois da denúncia da emissora de TV britânica BBC que, por sua vez, foi cobrada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para comprovar os fatos revelados no documentário que provaria que a Fifa e alguns presidentes de Federações de futebol vinculadas, dentre eles Ricardo Teixeira, da CBF, teriam recebido grandes quantias de dinheiro entre 1992 e 1997.

 

O site oficial da Fifa publicou nota em que se defende das acusações levantadas quanto a irregularidades no início dos anos 2000, mas não cita a atual polêmica, poucos dias antes de decidir os países que sediarão as Copas do Mundo de 2018 e 2022.

 

Confira a íntegra do comunicado oficial da Fifa:

 

Em relação às denúncias recentes veiculadas pela mídia, a FIFA gostaria de lembrar o seguinte:

 

Os fatos mencionados, relativos ao caso ISL/ISMM, aconteceram há muitos anos e já foram investigados pelas autoridades competentes na Suíça.

 

Em sentença de 26 de junho de 2008, a Corte Criminal de Zug não condenou nenhum funcionário da FIFA. Portanto, é importante ressaltar novamente que nenhum funcionário da FIFA foi acusado de condutas ilícitas naquele processo.

 

Além disso, é importante lembrar que aquela decisão se refere a fatos ocorridos antes do ano 2000 e que não houve condenação judicial contra a FIFA. A investigação e o processo foram arquivados em definitivo.

 

Departamento de Mídia da FIFA, 30 de novembro de 2010

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