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Futebol

Em busca da tabela perfeita na Série A do Brasileirão

Arquivo Geral

02/11/2012 8h00

Thiago Henrique de Morais

thiago.morais@jornaldebrasilia.com.br

 

As polêmicas em torno da arbitragem do Campeonato Brasileiro não param de aparecer. São reclamações de todos os lados e até acusações de complôs e favorecimentos a determinados times. A última discussão foi em relação à atuação de Sandro Meira Ricci. No 1 x 1 entre Atlético-MG e Flamengo, na noite de quarta-feira, ele conseguiu desagradar aos dois clubes. Mas e se os árbitros não cometessem falhas? O certo é que os campeonatos seriam muito diferentes. E foi pensando nisso que dois amigos criaram o site Placar Real (placarreal.com.br).

  

Desde o ano passado, o site faz um levantamento, rodada a rodada, jogo a jogo, dos erros da arbitragem brasileira. Baseado nisso, o Placar Real criou a “tabela perfeita”, ou seja, o mundo dos sonhos de todos os torcedores de futebol, sem erros (veja ao lado). “A única certeza que o árbitro de futebol tem é que um dia ele irá errar. Mas não há uma tendência a esse ou aquele”, garante o ex-árbitro Raimundo Lopo.

 

O portal aponta duas formas de prejuízo ou favorecimento. A primeira é quanto aos pontos. De acordo com o levantamento do site, o Fluminense é o time que mais se beneficiou neste Brasileirão, com um total de oito pontos a mais do que deveria ter. No critério de posições, o Tricolor carioca perderia somente um posto, mas que decidiria o torneio a favor do Atlético-MG.

 

Os resultados em questão são nos confrontos contra Ponte Preta, Botafogo, Náutico, Vasco e Corinthians. Contra si, o Galo tem em sua lista negra os jogos contra o Cruzeiro, Atlético-GO, Flamengo e São Paulo. O suposto pênalti de Ibson em Ronaldinho Gaúcho não marcado por Sandro Ricci no jogo de quarta-feira ainda não havia sido analisado pelos organizados da página da web.

 

O próprio Placar Real, no entanto, faz questão de dizer que a ideia não é transformar os juízes em vilões: “Nosso objetivo não é crucificar árbitros e bandeirinhas, mas possibilitar aos torcedores o que há de mais gostoso no futebol: a discussão”. 

 

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