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Futebol

Em 2007, Reasco espera recuperar tempo perdido

Arquivo Geral

11/01/2007 0h00

Uma contusão muscular deve ser a responsável pela ausência do jovem Ilsinho na estréia do São Paulo no Campeonato Paulista contra o Sertãozinho. Com isso, o equatoriano Reasco surge como favorito para assumir a lateral direita do time do técnico Muricy Ramalho. Embora esteja no clube desde o meio do ano passado, ele jogou somente uma partida pelo Tricolor, já que ficou afastado dos gramados por quatro meses após uma cirurgia na tíbia esquerda.

“Estou com muita gana, ansioso para poder demonstrar meu futebol. Foi o maior tempo que fiquei sem jogar em toda a minha carreira. Posso dizer que senti uma sensação horrível”, explicou o atleta, depois do treino desta quinta-feira no CT da Barra Funda.

A falta de ritmo será um dos grandes obstáculos de Reasco na volta aos gramados. Mesmo assim, ele acredita que poderá demonstrar seu potencial já contra o Sertãozinho. ”Tenho que ser o mesmo daquela partida contra o Goiás. Se jogar mal, serei cobrado. Vou procurar fazer o melhor caso seja escalado”, afirmou.

Aos 29 anos, Reasco ainda sonha com passos mais altos em sua carreira. Uma experiência no exterior está em seus planos a partir de 2008. “Em minha cabeça, estou com o objetivo de fazer um grande ano com a camisa do São Paulo, conquistar títulos, para depois dar um salto maior”, projetou.

Por outro lado, o equatoriano sabe que a briga será boa pela lateral-direita, já que Ilsinho deixou ótima impressão ano passado. Para completar, Maurinho também retornou aos gramados após duas cirurgias de joelho e está à disposição do técnico Muricy Ramalho.

“O Ilsinho foi o melhor lateral do Brasileirão, jogou muito bem na campanha do título. Mas agora a gente espera que todos apresentem um bom trabalho”, afirmou o jogador.

Conhecido pelo ótimo humor, Reasco já é muito querido no São Paulo. O jogador apresentou uma surpreendente adaptação no Brasil. ”Para mim, não houve surpresas no São Paulo. Os rapazes me receberam muito bem. É como se estivesse em casa. Não me sinto um estrangeiro”, disse o atleta, que aceitou um apelido polêmico no Tricolor. “Aqui me chamam de macaco, mas sei que não é preconceituoso, mas sim de forma carinhosa”, completou.

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