O Brasil é pentacampeão Mundial e atual dono do título da Copa América. Mesmo assim, o técnico Dorival Júnior vai buscar outros exemplos, mais precisamente em um país rival, apontado como o maior rival dos brasileiros: a Argentina. Líder das Eliminatórias para a Copa de 2010 com 100% de aproveitamento e nenhum gol sofrido, o time comandado pelo técnico Alfio Basile servirá de modelo para a Raposa nas duas últimas rodadas do Brasileirão, quando a equipe definirá sua classificação à Copa Libertadores.
“O futebol argentino está dando uma mostra do que realmente é o futebol. Um jogo coletivo que se define nas jogadas individuais. Esse é o fundamento do jogo. A equipe tem que ser participativa, a bola tem que rodar. No momento da individualidade aí tem que aparecer o jogador. O argentino em feito isso como ninguém”, analisou Dorival.
O treinador quer que seus atletas, principalmente do meio-campo, usem Riquelme e companhia como exemplo, rodem mais o jogo e evitem o individualismo. O comandante cruzeirense vê os argentinos como únicos nesse fundamento e aponta à Alviceleste o rótulo de melhor time do mundo.
“Reconhecidamente, no momento o futebol argentino é o melhor do mundo. Quando é assim, você tem que se espelhar. Mesmo que o futebol brasileiro seja o melhor que se jogou em todos os tempos e vai continuar sendo, ainda assim algumas equipes prevalecem em determinados momentos”, avaliou.
Não deixa de ser irônico o exemplo concedido por Dorival e as semelhanças entre a Argentina e a Raposa. Há algum tempo os Hermanos sempre aparecem com um futebol vistoso, mas a geração já foi apelidada de “maldita” até pelo mito Maradona. Líder de duas das três últimas Eliminatórias, naufragou em todas as Copas (1998-França e 2002-Coréia/Japão) e perdeu as três últimas decisões de título com o Brasil (Copa América de 2004, no Peru, de 2007, na Venezuela, e Copa das Confederações de 2005, na Alemanha).
A Raposa ostenta o melhor ataque do Brasileirão com 71 gols marcados, apresentando uma vocação ofensiva talvez mais superior que a dos próprios argentinos. Contudo, perdeu o título para o dono da defesa mais regular, o São Paulo, e seus 15 tentos sofridos. O mesmo aconteceu na última Copa América, onde o time “retranqueiro” e de resultados montado por Dunga atropelou os alvicelestes na decisão.
“Na verdade eu ainda prefiro a seleção brasileira. Não é à toa que somos pentacampeões. Cada um com sua opinião. Claro que a seleção da Argentina tem um toque refinado, mas não troco a minha por nenhuma”, retrucou o atacante Alecsandro.
O jogador, além de não concordar com a analogia feita pelo treinador, acredita que será difícil impor o mesmo ritmo de jogo contra o Sport no duelo do próximo domingo, na Ilha do Retiro.
“Mas sei que a gente vai encontrar dificuldades contra o Sport e é válido o exemplo que ele deu A Argentina hoje toca e sai, é difícil você ver um jogador dando mais de quatro toques na bola. É isso que foi pedido no treinamento. O Sport marca bastante e se a gente conduzir a bola vai acabar perdendo a bola e dando o contra-ataque para eles”, concluiu Alecsandro.
“O futebol argentino está dando uma mostra do que realmente é o futebol. Um jogo coletivo que se define nas jogadas individuais. Esse é o fundamento do jogo. A equipe tem que ser participativa, a bola tem que rodar. No momento da individualidade aí tem que aparecer o jogador. O argentino em feito isso como ninguém”, analisou Dorival.
O treinador quer que seus atletas, principalmente do meio-campo, usem Riquelme e companhia como exemplo, rodem mais o jogo e evitem o individualismo. O comandante cruzeirense vê os argentinos como únicos nesse fundamento e aponta à Alviceleste o rótulo de melhor time do mundo.
“Reconhecidamente, no momento o futebol argentino é o melhor do mundo. Quando é assim, você tem que se espelhar. Mesmo que o futebol brasileiro seja o melhor que se jogou em todos os tempos e vai continuar sendo, ainda assim algumas equipes prevalecem em determinados momentos”, avaliou.
Não deixa de ser irônico o exemplo concedido por Dorival e as semelhanças entre a Argentina e a Raposa. Há algum tempo os Hermanos sempre aparecem com um futebol vistoso, mas a geração já foi apelidada de “maldita” até pelo mito Maradona. Líder de duas das três últimas Eliminatórias, naufragou em todas as Copas (1998-França e 2002-Coréia/Japão) e perdeu as três últimas decisões de título com o Brasil (Copa América de 2004, no Peru, de 2007, na Venezuela, e Copa das Confederações de 2005, na Alemanha).
A Raposa ostenta o melhor ataque do Brasileirão com 71 gols marcados, apresentando uma vocação ofensiva talvez mais superior que a dos próprios argentinos. Contudo, perdeu o título para o dono da defesa mais regular, o São Paulo, e seus 15 tentos sofridos. O mesmo aconteceu na última Copa América, onde o time “retranqueiro” e de resultados montado por Dunga atropelou os alvicelestes na decisão.
“Na verdade eu ainda prefiro a seleção brasileira. Não é à toa que somos pentacampeões. Cada um com sua opinião. Claro que a seleção da Argentina tem um toque refinado, mas não troco a minha por nenhuma”, retrucou o atacante Alecsandro.
O jogador, além de não concordar com a analogia feita pelo treinador, acredita que será difícil impor o mesmo ritmo de jogo contra o Sport no duelo do próximo domingo, na Ilha do Retiro.
“Mas sei que a gente vai encontrar dificuldades contra o Sport e é válido o exemplo que ele deu A Argentina hoje toca e sai, é difícil você ver um jogador dando mais de quatro toques na bola. É isso que foi pedido no treinamento. O Sport marca bastante e se a gente conduzir a bola vai acabar perdendo a bola e dando o contra-ataque para eles”, concluiu Alecsandro.