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Futebol

Dirigente pede calma no Juventude

Arquivo Geral

21/05/2007 0h00

A insatisfação é grande no Juventude após o clube largar com derrota na sua trajetória caseira no Campeonato Brasileiro. O gol de Adriano para os paranaenses, quase nos acréscimos da partida, esquentou os ânimos apesar do frio que já paira sobre Caxias do Sul.


 


Após as críticas do novo treinador, Flávio Campos, a missão de apagar incêndios no Alfredo Jaconi sobrou para o vice de futebol alviverde, Carlos Maitelli, que pediu calma à papada para corrigir os erros iniciais no Brasileirão. “Foi um resultado muito ruim. Trabalhamos a semana inteira para ser diferente. Mas a hora é de ter calma, não de fazer terra arrasada. Estamos em um momento de transição, com novos atletas chegando, troca de comissão técnica, e precisamos de tranqüilidade para trabalhar”, definiu o dirigente, em entrevista ao jornal Pioneiro.


 


Em um ponto, contudo, o cartola concorda com Campos: o Ju esteve abaixo do esperado em campo. “Não podemos perder nossa condição de time caseiro. É muito mais difícil buscar pontos fora daqui. Precisamos corrigir algumas coisas, e rápido. Modificações terão que ser feitas”, salientou.


 


Na manhã desta segunda, Campos comandou o primeiro treino no Ju. Após as atividades, revelou qual é o plano traçado para fugir o mais cedo possível das últimas colocações. “Não há muito o que dizer. O que se precisa é trabalhar”, explicou o treinador, que proibiu entrevista de jogadores para não alimentar a polêmica, mas acabou aumento-a por suas próprias falas.


 


“O Juventude caiu muito no segundo tempo. Vamos ver o porquê desta queda. Uma partida é pouco, mas no futebol não há tempo para ver muito. Temos que pontuar o mais rápido possível”, disse.


 


A prioridade inicial de Campos é acertar a defesa alviverde, muito criticada no sábado. “Temos de formar a equipe de trás para a frente, bem armada defensivamente para ter mais a posse de bola e correr menos riscos. Se não der o resultado esperado, vamos buscar no mercado se forem (jogadores) melhores do que a gente tem”, concluiu.

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