A rivalidade entre São Paulo e Chivas ganhou um componente extra hoje. Os mexicanos acusaram o Tricolor de proibir a presença da equipe em um treino de reconhecimento de gramado do estádio do Morumbi, palco da segunda partida da semifinal da Libertadores da América.
O diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes desmentiu esse fato e deixou claro que o Chivas podia treinar no Morumbi, mas em um horário determinado pelo próprio São Paulo. “Fomos bem tratados por todos no México, pela torcida, pelas autoridades, mas pudemos treinar no Jalisco somente em um horário marcado por eles e cumprimos isso”, explicou.
Segundo João Paulo de Jesus Lopes, o Chivas pediu o Morumbi justamente no horário em que o técnico Muricy Ramalho vai comandar o último treino antes da partida. Por isso, descartou a alegação de que o Tricolor não queria gastar dinheiro com energia elétrica para o trabalho do rival mexicano.
”Isso é choradeira deles. Estamos providenciando um camarote a eles aqui com tudo, cedemos os ingressos pedidos. Mas eles queriam treinar só às 19h. Se fosse antes ou depois, não haveria problema”, comentou João Paulo de Jesus Lopes.