O Vasco vai lutar contra o tempo para tentar a cassação da liminar obtida pelo atacante Leandro Amaral, que anula a renovação automática de seu contrato e o libera para acertar com livremente com qualquer outro clube. O objetivo do time da Colina e anular a decisão nos tribunais ainda neste ano.
“Está acontecendo o que estava previsto. A parte que não tivesse o resultado esperado iria recorrer. Temos diversas instâncias. O Vasco vai até a última instância. A primeira delas é denúncia que eu vou tornar formal. Vou entrar nos órgãos competentes. O esportivo, o administrativo”, avaliou o presidente Eurico Miranda, durante entrevista coletiva concedida na última quarta-feira.
A postura da diretoria cruzmaltina é exigir o pagamento de uma multa rescisória. O próprio Eurico acredita que dificilmente contará com o jogador para 2008, mas enfatiza a obrigação do novo destino do artilheiro em pagar ao clube pela liberação.
“O Vasco não está impedindo que ele trabalhe. O contrato tem obrigações de ambas as partes. Eu tenho que pagar e ele precisa cumprir as duas obrigações. Em nenhum momento eu disse, direi ou autorizo alguém a dizer que o Leandro Amaral não joga mais no Vasco. Mas fica bem claro que o clube que contratar o Leandro Amaral terá que arcar com a multa contratual”, avaliou o dirigente.
Botafogo, Cruzeiro e até Kashima Antlers, do Japão teriam interesse em contar com os gols do jogador de 30 anos. Entretanto, o destino mais provável parece ser o Fluminense, fortemente atacado por Eurico durante a entrevista. O presidente vascaíno sinaliza até com a possibilidade de haver uma manobra nos bastidores do Tricolor.
“Vamos recorrer e espero que tudo corra conforme o esperado. Caso não aconteça como imaginamos, o clube que levar o Leandro terá de nos pagar a multa rescisória. Barbaridades sobre o Vasco foram ditas pelos aliciadores do Fluminense ao Leandro, além de uma proposta que parece ter tonteado o jogador. Isso é uma presunção, mas o jeito com o qual as pessoas do lado de lá (Flu) estão falando me faz desconfiar da existência de um pré-contrato”, completou.
Os tribunais da Justiça do Trabalho no Rio de Janeiro entrarão em recesso nesta sexta-feira, o que exige uma ação rápida do departamento jurídico cruzmaltino. Caso contrário, a novela mais agitada desta pré-temporada do futebol brasileiro continuará rendendo capítulos de suspense e drama até a primeira semana de janeiro, quando os juízes voltam das férias.
“Está acontecendo o que estava previsto. A parte que não tivesse o resultado esperado iria recorrer. Temos diversas instâncias. O Vasco vai até a última instância. A primeira delas é denúncia que eu vou tornar formal. Vou entrar nos órgãos competentes. O esportivo, o administrativo”, avaliou o presidente Eurico Miranda, durante entrevista coletiva concedida na última quarta-feira.
A postura da diretoria cruzmaltina é exigir o pagamento de uma multa rescisória. O próprio Eurico acredita que dificilmente contará com o jogador para 2008, mas enfatiza a obrigação do novo destino do artilheiro em pagar ao clube pela liberação.
“O Vasco não está impedindo que ele trabalhe. O contrato tem obrigações de ambas as partes. Eu tenho que pagar e ele precisa cumprir as duas obrigações. Em nenhum momento eu disse, direi ou autorizo alguém a dizer que o Leandro Amaral não joga mais no Vasco. Mas fica bem claro que o clube que contratar o Leandro Amaral terá que arcar com a multa contratual”, avaliou o dirigente.
Botafogo, Cruzeiro e até Kashima Antlers, do Japão teriam interesse em contar com os gols do jogador de 30 anos. Entretanto, o destino mais provável parece ser o Fluminense, fortemente atacado por Eurico durante a entrevista. O presidente vascaíno sinaliza até com a possibilidade de haver uma manobra nos bastidores do Tricolor.
“Vamos recorrer e espero que tudo corra conforme o esperado. Caso não aconteça como imaginamos, o clube que levar o Leandro terá de nos pagar a multa rescisória. Barbaridades sobre o Vasco foram ditas pelos aliciadores do Fluminense ao Leandro, além de uma proposta que parece ter tonteado o jogador. Isso é uma presunção, mas o jeito com o qual as pessoas do lado de lá (Flu) estão falando me faz desconfiar da existência de um pré-contrato”, completou.
Os tribunais da Justiça do Trabalho no Rio de Janeiro entrarão em recesso nesta sexta-feira, o que exige uma ação rápida do departamento jurídico cruzmaltino. Caso contrário, a novela mais agitada desta pré-temporada do futebol brasileiro continuará rendendo capítulos de suspense e drama até a primeira semana de janeiro, quando os juízes voltam das férias.