A briga política no Vasco está cada vez mais acirrada. Nesta sexta-feira, o Movimento Unido Vascaíno voltou a se queixar de descumprimento de uma ordem judicial por parte da diretoria do Vasco.
De acordo com a nota oficial distribuída pelo MUV, “os dirigentes do Vasco negaram acesso aos conselheiros de oposição a documentos referentes aos balanços contábeis de 2005 e de 2006. Uma notificação extrajudicial foi enviada ao clube no dia 22 de maio, mas mesmo assim o acesso aos documentos foi negado”.
A assessoria da presidência do Vasco respondeu às críticas, garantindo que o conselheiro eleito pela chapa de oposição que solicitou os documentos não é mais sócio do Vasco. Segundo o MUV, a diretoria se recusa a receber os pagamentos das mensalidades destes sócios para depois afastá-los por falta de pagamento.
Nesta segunda-feira, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça retoma a votação, iniciada no dia 28, do Agravo Regimental contra decisão liminar no Mandado de Segurança impetrado pela diretoria do Vasco. A decisão suspendeu o julgamento, pela 8ª Câmara Cível, do agravo dos conselheiros de oposição contra o efeito suspensivo que impedia a realização da nova eleição para o Conselho Deliberativo do clube.
A votação foi interrompida por um pedido de vistas da desembargadora Maria Henriqueta Lobo. Votarão 22 dos 25 desembargadores que integram o Órgão Especial. O presidente só dá seu voto em caso de empate e dois desembargadores se declararam impedidos.
Segundo seu porta-voz, o Movimento Unido Vascaíno espera que o desembargador Luiz Zveiter também se declare impedido, em razão do escritório de sua família prestar serviços ao clube e pelo fato de ter sido apoiado de forma incondicional por Eurico Miranda quando presidiu o Superior Tribunal de Justiça Desportiva. O resultado desta votação vai definir o desembargador que irá julgar o pedido de cassação das eleições do clube formulado pela oposição.
De acordo com a nota oficial distribuída pelo MUV, “os dirigentes do Vasco negaram acesso aos conselheiros de oposição a documentos referentes aos balanços contábeis de 2005 e de 2006. Uma notificação extrajudicial foi enviada ao clube no dia 22 de maio, mas mesmo assim o acesso aos documentos foi negado”.
A assessoria da presidência do Vasco respondeu às críticas, garantindo que o conselheiro eleito pela chapa de oposição que solicitou os documentos não é mais sócio do Vasco. Segundo o MUV, a diretoria se recusa a receber os pagamentos das mensalidades destes sócios para depois afastá-los por falta de pagamento.
Nesta segunda-feira, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça retoma a votação, iniciada no dia 28, do Agravo Regimental contra decisão liminar no Mandado de Segurança impetrado pela diretoria do Vasco. A decisão suspendeu o julgamento, pela 8ª Câmara Cível, do agravo dos conselheiros de oposição contra o efeito suspensivo que impedia a realização da nova eleição para o Conselho Deliberativo do clube.
A votação foi interrompida por um pedido de vistas da desembargadora Maria Henriqueta Lobo. Votarão 22 dos 25 desembargadores que integram o Órgão Especial. O presidente só dá seu voto em caso de empate e dois desembargadores se declararam impedidos.
Segundo seu porta-voz, o Movimento Unido Vascaíno espera que o desembargador Luiz Zveiter também se declare impedido, em razão do escritório de sua família prestar serviços ao clube e pelo fato de ter sido apoiado de forma incondicional por Eurico Miranda quando presidiu o Superior Tribunal de Justiça Desportiva. O resultado desta votação vai definir o desembargador que irá julgar o pedido de cassação das eleições do clube formulado pela oposição.