Dois dias antes do Botafogo enfrentar e empatar com o Fluminense, dando sequência à má fase no Campeonato Brasileiro, o volante Diguinho e o zagueiro Eduardo foram flagrados em uma boate da Zona Sul do Rio de Janeiro, no mesmo dia e local onde um jovem (Daniel Duque) morreu baleado após uma briga.
Nesta segunda-feira, a diretoria do Botafogo divulgou nota oficial na qual lamentou a morte do jovem, que era atleta de remo do clube. Além disso, o presidente Bebeto de Freitas, que assinou o documento, critica os dois jogadores de futebol pela presença na boate. Diguinho seria amigo de Pedro Velasco, cujo segurança Marcos Parreira do Carmo disparou o tiro que tirou a vida de Daniel. Nesta segunda-feira, Diguinho compareceu à 14ª Delegacia do Rio de Janeiro para prestar depoimento e tentar ajudar a polícia a desvendar o caso.
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O Botafogo lamenta profundamente o fato ocorrido na última sexta-feira que acabou por tirar de forma absurda a vida do jovem Daniel Duque, atleta de remo do clube. O clube lamenta também a presença do atleta alvinegro Diguinho, na mesma boate de onde os envolvidos no incidente haviam acabado de sair. O Botafogo, que tomou conhecimento através da imprensa de que Diguinho estava no local na madrugada de sexta-feira para sábado, entende que estar na boate em horário avançado, na antevéspera de uma partida pelo Campeonato Brasileiro não está de acordo com a postura de um atleta profissional durante uma competição. O mesmo pensamento se aplica ao jogador Eduardo que também esteve no local. O Botafogo realmente espera que as circuntâncias que causaram a morte do rapaz sejam devidamente esclarecidas e que a justiça seja feita. Bebeto de Freitas |