O São Paulo não anda com sorte na ida ao México para enfrentar o Chivas Guadalajara, no primeiro confronto das semifinais da Copa Libertadores da América. Primeiro, a direção tricolor teve imensas dificuldades para arrumar o vôo devido a problemas de companhias aéreas sul-americanas, além da alta demanda de embarques até o local da partida. Na viagem, o elenco tricolor também encontrou obstáculos inesperados.
O vôo até Guadalajara teve 15 horas de duração. A aeronave que levava os jogadores do São Paulo ficou parada por quatro horas em Manaus, capital do Amazonas, devido a problemas no freio. Além disso, houve mais uma hora de paralisação em uma conexão no Panamá. Os atletas desembarcaram somente às 12 horas (de Brasília) na cidade mexicana.
“Isso faz parte do jogo. Os jogadores vão descansar e vamos fazer um treino à noite no estádio Jalisco (por volta de 21 horas, horário de Brasília)”, minimizou o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio.
No treino desta segunda-feira, portanto antes do embarque, o técnico Muricy Ramalho preferia esquecer os problemas encontrados para a viagem ao México. Para o treinador, o São Paulo entrará com força total diante do Chivas, até porque as principais estrelas do clube ganharam descanso na rodada do final de semana do Campeonato Brasileiro.
"Não podemos colocar essa questão da viagem como desculpa. Devemos ir lá, jogar e tentar ganhar. Sabemos que a diretoria fez de tudo para que a equipe fosse antes”, explicou.