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Futebol

De astro de cinema a bichos. Torneio revela jogadores com apelidos inusitados

Arquivo Geral

11/01/2015 12h05

Haland Guilarde

Especial para o Jornal de Brasília
 

A  Copa São Paulo de Futebol Júnior é conhecida por revelar   craques para o Brasil e o mundo. Nem só de estrelas, porém, vive o maior campeonato de aspirantes à categoria profissional do País. Uma verdadeira seleção de nomes curiosos e, muitas vezes,  impronunciáveis, pode ser encontrada nos campos  do torneio. 

De Manoerbson, do Sete de Setembro-AL, a Rully Gullyt, do Babaçu-MA e até mesmo Bezelhus, do Iatabaiana-SE. A Copinha mostra que, além de talento dentro de campo, os jogadores trazem a criatividade do berço, ou melhor, de dentro de casa. 

A lista conta ainda com atletas difíceis de se livrar da marcação, como o Chiclete, que defendeu o ABC-RN, ou então o Sabonete, do São Raimundo-RR. DNA de craque e estrela tem de sobra: o Roberto Baggio atua pelo São Bernardo e o  Michael Platiny  pelo Murici-AL, enquanto o James Dean tenta a carreira no  tradicional Sport, da capital pernambucana. 

 Animais também invadiram o torneio. A fauna da Copinha inclui  Tucano, Bufallo, Garça, Coruja  e até Jacaré. Ganso, que hoje defende o São Paulo, fez seu nome com a camisa do Santos na competição juniores. 

Os jogadores – em sua grande maioria – que participam do torneio  chegam aos locais dos jogos sempre com muita pressão em busca da realização do sonho de se tornar grandes ídolos.  Os nomes e codinomes, portanto,  fazem a graça dos torcedores  e acabam facilitando a fama, ainda que breve, de vários atletas.

Proibição

Mesmo com as curiosas ideias de nomes e apelidos para os atletas,  um time  decidiu banir de seu elenco os nomes e apelidos um tanto quanto diferente. A diretoria do São Paulo  aboliu alcunhas como Foguete, por Wellington Cabral. Pelo menos até ele subir ao profissional e ter sua independência

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