Desde que o São Paulo retornou às disputas da Libertadores da América, em 2004, Danilo esteve em campo em todas as vezes, como titular ou entrando no decorrer das partidas. Nesta quarta-feira, contra o Chivas, no Morumbi, o meio-campista participa de seu 32º jogo pela competição sul-americana e busca seu oitavo gol.
No primeiro ano, Danilo teve, porém, dificuldades no clube. Ainda em uma fase de adaptação, disputou somente seis dos 12 jogos da campanha como titular. Só conseguiu convencer a torcida justamente na derrota contra o Once Caldas, na Colômbia, que eliminou o São Paulo da Libertadores.
”Acho que me firmei no São Paulo a partir daquela derrota, quando até fiz o gol do time. Desde então, atuei em todos os jogos como titular”, lembra o atleta, orgulhoso.
A partir daí, Danilo absorveu a bagagem de importantes jogos pela Libertadores da América. Tanto que foi considerado um dos destaques da conquista do ano passado, quando marcou dois gols fundamentais na semifinal contra o River Plate, da Argentina. “Acho que, para ser campeão, é necessária essa experiência. Hoje, a maioria dos nossos atletas conta com essa qualidade”, diz.
Além de Danilo, vários atletas do atual grupo – como Rogério Ceni, Fabão, Lugano e Souza – também participam da Libertadores desde 2004. O meia aposta que essa vivência pode ser fundamental para a equipe administrar a vantagem de um gol de diferença na decisão desta semana contra o Chivas.
”Precisamos jogar com responsabilidade esse jogo, então aqueles que estão com a obrigação de atacar, devem atacar. Já aqueles que precisam defender, devem pensar em defender”, afirma Danilo, comentando sobre a necessidade de se atuar com cautela nesta semifinal.