Além de se preocupar com o trio de ataque catalão, composto por Messi, Suárez e Neymar, o técnico Manuel Pellegrini, do Manchester City, terá de quebrar a cabeça para suprir a ausência do meia Yaya Toure no esquema tático da equipe diante do Barcelona, em jogo válido pelas oitavas de final da Liga dos Campeões. Expulso ainda na fase de grupos, o marfinense pegou três jogos de suspensão e cumprirá o último na tarde desta terça-feira.
Já no fim do jogo diante do CSKA, pela quarta rodada da fase grupal, quando o City perdia por 2 a 1, Toure foi expulso de forma direta após cometer falta dura no adversário. Como punição, não atuou na vitória dos citizens sobre o Bayern de Munique, por 3 a 2, e sobre a Roma, por 2 a 0, nos dois últimos jogos da primeira fase. O jogo de ida contra o Barça, em Manchester, será a última partida em que o camisa 42 ficará ausente por suspensão.
Classificando-o como “fenômeno” em uma de suas entrevistas, Pellegrini afirmou a necessidade de a equipe saber jogar sem Toure. O companheiro de time Jesus Navas também destacou a importância do polivalente meio-campista, que tem a mesma eficácia cobrando faltas e fazendo lançamentos no ataque, e ajudando a defesa a se recompor. “É um jogador muito importante para nós, por sua posição e sua forma de jogar. Mas também temos outros jogadores que podem fazer a diferença, afinal, somos uma grande equipe”, comentou.
Não é a primeira vez em 2015 que o City tem de arcar com a falta de Yaya Toure. Em meados de janeiro, o atleta foi à Guiné Equatorial para defender a Costa do Marfim na Copa Africana de Nações – competição na qual sua seleção terminou como campeã – e ficou fora por cinco jogos. Desta sequência, resultaram três empates, uma derrota no clássico para o Arsenal e apenas uma vitória, diante do Stoke City, fora de casa.