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Futebol

Cruzeiro vai à polícia contra empresário de Léo Silva

Arquivo Geral

11/08/2006 0h00

O departamento jurídico do Cruzeiro pediu instauração de um inquérito policial contra o procurador do volante Léo Silva, o empresário Roberto Silva. Conforme os dirigentes da Raposa, o procurador fez uso de um documento falso para negociar, ainda em 2002, o jogador Lúcio, liberado pelo time mineiro, com um time da Coréia do Sul. O empresário, que não quer se manifestar, já foi notificado, mas ainda não compareceu à polícia para prestar depoimento.

De acordo com o superintendente jurídico do Cruzeiro, o advogado Ildeu Cunha, o empresário portava um documento timbrado, com a marca do clube e com a assinatura “falsificada” do então presidente Zezé Perrella.

“O jogador já estava liberado. Porém, para conseguir uma valorização, o empresário apresentou esse documento atestando que o jogador ainda pertencia ao clube. Ele queria mostrar que conseguiria a liberação do jogador”, diz o advogado, ressaltando que o clube não acusa o empresário de falsificação. “O inquérito é para provarmos que ele fez uso de documento falso”, completa.

Ontem, o Cruzeiro conseguiu mais uma vitória sobre os procuradores de Léo Silva. Para deixar a Raposa, o volante terá que pagar multa rescisória de R$ 7,28 milhões. A sentença foi proferida pela juíza titular da 15ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, Ana Maria Amorim Rebouças. A decisão é em primeira instância e ainda cabe recurso da defesa do jogador. Os advogados do jogador irão recorrer da decisão da juíza em segunda instância.

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