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Futebol

Cruzeiro começa a definir elenco para disputar a Libertadores

Arquivo Geral

25/12/2007 0h00

Natal é época de festa, mas o clima de fim de ano parece ter feito a cabeça dos dirigentes do Cruzeiro. Justamente por isso, os cartolas estão aproveitando para definir o elenco celeste para a próxima temporada junto do técnico Adílson batista. O objetivo é enxugar ao máximo o plantel para a disputa da Taça Libertadores.


 


Medida mais do que necessária, afinal, a Raposa foi a terceira equipe que mais utilizou jogadores no Campeonato Brasileiro, ficando à frente apenas dos rebaixados América-RN e Juventude, com 54 e 53 atletas, respectivamente. O trabalho já começou ainda sem Adílson, pois dos 45 atletas que vestiram azul na competição, 11 já deixaram a Toca durante o próprio nacional: o lateral Gabriel, os zagueiros Gladstone e Luizão, os volantes Ricardinho, Renan e Daniel, os armadores Geovanni e Fellype Gabriel e os atacantes Araújo, Rômulo e Diego.


 


O desmanche continuou forte após o Brasileirão. O lateral Anderson e o zagueiro Wellington voltaram para o time júnior. Mais oito atletas foram emprestados aos parceiros (a maioria para a Cabofriense) para a disputa dos Estaduais: o goleiro Gatti, os laterais Fábio Santos, João Victor, Ângelo, o zagueiro Hérick, além dos volantes Aldo, Fernando e Jardel.


 


Sobram 24 jogadores, mas nem todos estão garantidos na Libertadores. Com as cinco contratações confirmadas até aqui (Apodi, Marcelo Tavares, Elicarlos, Andrey e Fabrício), mais nomes devem deixar na barca celeste. O primeiro deve ser o atacante Roni. Apesar de ter contrato até o fim de 2008, tem propostas do futebol japonês e já manifestou publicamente a vontade de sair.


 


A outra pendência fica por conta do volante Luís Alberto, cujos direitos federativos pertencem ao São Caetano, que aceita negociá-lo apenas em definitivo. O preço fixado para a negociação é de R$ 450 mil por metade dos direitos federativos e a diretoria aguarda um parecer de Adílson. Com as chegadas de Fabrício e a negociação com Henrique, o setor ficaria bem servido e a transação não teria interesse para o treinador.

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