A Suprema Corte da Alemanha ratificou o veredicto dado em 2005 e confirmou a prisão por dois anos e cinco meses do árbitro Robert Hoyzer, um dos acusados de fazer parte da ‘máfia do apito’ alemã, que movimentou cerca de 2 milhões de Euros (aproximadamente R$ 6 milhões) ilegais.
Hoyzer foi considerado culpado por influenciar em resultados no escândalo de arbitragem na Bundelisga, que ameaçaram a realização da Copa do Mundo de 2006 no país.
A corte de Leipzig declarou que não levará em consideração nenhum pedido de segundo julgamento de Hoyzer e nem de outros cinco árbitros condenados em novembro de 2005 pela Corte Regional de Berlim.