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Futebol

Corinthians-MSI: dois anos de muita confusão e turbulência

Arquivo Geral

24/11/2006 0h00

Novembro de 2004. Kia Joorabchian, empresário iraniano com passaporte canadense e residência na Inglaterra, assina contrato que dá à MSI a administração do futebol corintiano por dez anos. O objetivo é tornar o Corinthians o “number one” do mundo e, para isso, anuncia pomposos investimentos para montar “uma equipe competitiva” formada por “galácticos”.

Novembro de 2006. Kia Joorabchian deixou o Brasil há cerca de cinco meses, não há nenhum representante da MSI gerindo o futebol do clube e o time não conseguiu sequer se tornar o número um da América, já que naufragou na Libertadores deste ano. Em vez de jogadores de seleção, o elenco é majoritariamente formado por atletas revelados nas categorias de base e o maior mérito da temporada foi ter conseguido se manter na divisão de elite do futebol nacional.

A MSI (ou o que restou de sua parte visível) diz nos bastidores que a culpa é do Corinthians. O clube acha que o problema é da parceria e não de quem a aprovou. Após dois anos de conturbada união, a separação oficial parece mais próxima a cada dia. Afinal, Alberto Dualib continua querendo autonomia, apesar de ter arrendado, em contrato, o departamento de futebol do clube.

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