Dois dias depois do rebaixamento à segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o departamento financeiro do Corinthians divulgou o tamanho do rombo nas contas do clube. Desde que Andrés Sanchez assumiu a presidência em outubro, um grupo de novos dirigentes iniciou um amplo processo de análise nos cofres do Timão e chegou agora à conclusão de que a dívida é de R$ 95,699 milhões.
“Esse é o Corinthians. Nós já tínhamos mais ou menos a idéia de que estava assim, falávamos nesse número desde março. É um pouco mais do que nós imaginávamos, mas nada que assuste. Esperávamos que a venda do Willian desse uma diminuída, mas há o caso do Lyon também”, explicou o vice-presidente financeiro do Timão, Raul Correa da Silva, que ainda enumerou as maneiras de o clube se reestruturar.
“É uma dívida que levaremos cerca de três anos para pagar. Estamos fazendo uma redução de despesas que diminuirá o custo mensal entre R$ 700 mil e R$ 1 milhão por mês. A dívida é essa, mas o Corinthians está sob controle”, acrescentou.
No rombo, estão incluídos os principais imbróglios jurídicos da administração anterior do clube. A dívida com o Lyon referente à transferência de Nilmar está avaliada em R$ 21,308 milhões além da pendência de R$ 4,502 milhões ao ex-técnico Daniel Passarella e seu então auxiliar.
E o Timão também tem valores pendentes junto a instituições que gerenciam o futebol nacional. Estão no balanço divulgado pela diretoria os empréstimos que recorreu junto à Federação Paulista de Futebol (R$ 6,483 milhões), à Confederação Brasileira de Futebol (R$ 1,561 milhão) e ao Clube dos 13 (R$ 7,638 milhões).
Para chegar ao valor da dívida total, a nova diretoria do Corinthians já considerou os valores que o clube tem a receber por transferências de jogadores. A venda de Marcelo Mattos para o Panathinaikos ainda renderá R$ 785 mil, enquanto a ida de Marcus Vinícius para o FK Lokomotiv levará aos cofres do clube um valor estimado em R$ 883 mil.
Do Werder Bremen, o Timão tem a receber R$ 10,303 milhões, valor referente a venda de Carlos Alberto. Mas o dinheiro do clube alemão será usado no pagamento da dívida com o Lyon.
< !-- hotwords -- >
< !--/hotwords -- >“Esse é o Corinthians. Nós já tínhamos mais ou menos a idéia de que estava assim, falávamos nesse número desde março. É um pouco mais do que nós imaginávamos, mas nada que assuste. Esperávamos que a venda do Willian desse uma diminuída, mas há o caso do Lyon também”, explicou o vice-presidente financeiro do Timão, Raul Correa da Silva, que ainda enumerou as maneiras de o clube se reestruturar.
“É uma dívida que levaremos cerca de três anos para pagar. Estamos fazendo uma redução de despesas que diminuirá o custo mensal entre R$ 700 mil e R$ 1 milhão por mês. A dívida é essa, mas o Corinthians está sob controle”, acrescentou.
No rombo, estão incluídos os principais imbróglios jurídicos da administração anterior do clube. A dívida com o Lyon referente à transferência de Nilmar está avaliada em R$ 21,308 milhões além da pendência de R$ 4,502 milhões ao ex-técnico Daniel Passarella e seu então auxiliar.
E o Timão também tem valores pendentes junto a instituições que gerenciam o futebol nacional. Estão no balanço divulgado pela diretoria os empréstimos que recorreu junto à Federação Paulista de Futebol (R$ 6,483 milhões), à Confederação Brasileira de Futebol (R$ 1,561 milhão) e ao Clube dos 13 (R$ 7,638 milhões).
Para chegar ao valor da dívida total, a nova diretoria do Corinthians já considerou os valores que o clube tem a receber por transferências de jogadores. A venda de Marcelo Mattos para o Panathinaikos ainda renderá R$ 785 mil, enquanto a ida de Marcus Vinícius para o FK Lokomotiv levará aos cofres do clube um valor estimado em R$ 883 mil.
Do Werder Bremen, o Timão tem a receber R$ 10,303 milhões, valor referente a venda de Carlos Alberto. Mas o dinheiro do clube alemão será usado no pagamento da dívida com o Lyon.
< !-- hotwords -- >