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Futebol

Conta bancária justifica <i>sumiço</i>, opinam companheiros do Mago

Arquivo Geral

14/08/2008 0h00

A oferta do Al-Ain balançou Valdívia. A chance de assinar contrato de quatro anos e receber luvas de US$ 1 milhão (R$ 1,6 milhão) devem fazer com que o meia aceite ficar fora da grande mídia e jogar nos Emirados Árabes. Depois de Wanderley Luxemburgo, os companheiros reforçaram o coro de apoio ao iminente acerto do chileno com o clube asiático.


Sincero, Leandro foi o mais claro ao se colocar na situação do camisa 10. “Com certeza eu iria. Ele tem que ir. Ficam falando em jogar na Europa, mas o jogador tem que pensar na família dele, no futuro. Se for bom para ele, para o clube e para a família, tem que ir mesmo”, recomendou.


Com uma frustrada passagem pela Europa, quando teve poucas chances no Porto, de Portugal, o camisa 6 tem passado sua experiência ao Mago. “Tenho conversado bastante com o Valdívia. Ele é um craque, tem provado isso, e propostas vão vir toda hora, essa não é a primeira”.


Menos incisivo que Leandro, o gerente de futebol Toninho Cecílio, que passou boa parte de sua carreira como zagueiro defendendo o Palmeiras, preferiu não opinar na decisão do ídolo da torcida alviverde. Mas deu a entender que a oportunidade financeira deveria pesar para o jogador.


“Isso é um assunto muito subjetivo e que só o Valdívia pode responder. A proposta em termos financeiros é muito boa para ele, cada um pensa de um jeito. Ele pode até ficar meio fora do mercado, mas os Emirados têm investido muito no futebol. E ele pode continuar na seleção chilena, isso pode compensar um pouco”, analisou Toninho.


O dirigente, no entanto, descarta a possibilidade de tristeza caso o chileno recuse a oferta árabe. “Não tem frustração. Nosso foco é conquistar o título e temos esse compromisso com a nossa torcida. O Valdívia pode sair, mas nosso primeiro objetivo não é vender ninguém. É conquistar títulos”, frisou.


Enquanto o acerto não é confirmado oficialmente, há quem torça para que o Mago retorne da viagem para Istambul, onde defende o Chile em amistoso contra a Turquia na quarta-feira, ainda vinculado ao Palestra Itália.


“Pelo que a gente sabe, ele ainda é jogador do Palmeiras, mas ele não conversou com a gente sobre isso, não deve estar decidido. Espero que ele volte depois de jogar na seleção para treinar com a gente”, finalizou Kléber.


 

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