Depois de perder Robinho, a seleção brasileira deve ter como boa notícia a ida de Diego para as Olimpíadas. Com a exigência da Fifa para que os clubes liberem jogadores de até 23 anos para os Jogos, o meia aposta que estará em Pequim com a delegação que embarcou para a Ásia nesta segunda-feira. A definição do imbróglio com o Werder Bremen deve sair na manhã desta terça-feira.
“Está tudo praticamente definido e, tenho a certeza que estarei defendendo o Brasil em busca da inédita conquista da medalha de ouro. A FIFA já havia dado o seu parecer, favorável à liberação dos atletas com idade olímpica, e, a partir daí, tudo caminhou a um denominador comum”, comemorou Diego, que completou 23 anos em fevereiro.
Desde sua apresentação ao Werder, há algumas semanas, o ex-santista tem tentado a liberação. Os alemães, por sua vez, têm sempre dito que não deixarão seu principal jogador atuar na China.
Já vendo a sua liberação como certa, o meia já fala sobre os times olímpicos de Bélgica, Nova Zelândia e China, os adversários brasileiros na primeira fase – a estréia está marcada para 7 de agosto, contra os belgas, em Shenyang.
“As Olimpíadas marcam pela presença de equipes que surpreendem, mesmo sem ter muita tradição no cenário mundial. Para evitar qualquer tipo de surpresa, temos que estar atentos a todos os adversários”, pregou Diego, presente na seleção que fracassou na classificação para as Olimpíadas de 2004 – a equipe, que também tinha Robinho e Elano, foi batida pelo Paraguai e viu os Jogos de Atenas pela televisão.
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