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Futebol

Cobranças de pênalti voltam a gerar polêmica no Figueirense

Arquivo Geral

16/07/2009 0h00

A derrota por 2 a 0 para o Juventude foi inteira construída em gols de pênaltis, convertidos por Mendes e Marcos Denner. Mas não é só nesse aspecto que as penalidades máximas vem assombrado o Figueirense.


Nem um minuto depois do segundo gol alviverde, o time catarinense teve um pênalti marcado a seu favor. Clodoaldo, que havia entrado no decorrer do jogo, chamou a responsabilidade para si, preterindo o batedor oficial, Rafael Coelho, correu, bateu, e desperdiçou a chance de encostar no placar.


Com a não-conversão do pênalti alvinegro, a escolha do batedor começou a pesar no Figueirense. Questionado sobre a alteração no cobrador oficial de bolas paradas, o técnico Roberto Fernandes foi duro. “Esta pergunta tem que ser feita ao Rafael Coelho. Vamos conversar seriamente na reapresentação”, limitou-se, insatisfeito, o técnico.


E não é a primeira vez que a polêmica aparece no Orlando Scarpelli. Na derrota para a Portuguesa, na terceira rodada da Série B, o Figueira teve um pênalti marcado a seu favor. Mesmo com Rafael Coelho, cobrador número um, em campo, o lateral esquerdo Wellington pediu para bater e já se encaminhava para a bola, quando ouviu gritos avisando-o para não chutar, uma ordem direta de Roberto Fernandes.


Alegadamente insatisfeito com a negativa, o lateral teria discutido com o técnico, tanto que sequer foi relacionado por Roberto Fernandes para a rodada seguinte, contra o Ceará. Pouco tempo depois, Wellington acabou dispensado pelo Figueirense.

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