Uma notícia dada pelo presidente da Uefa, Michel Platini, na tarde desta segunda-feira já fez com que os clubes brasileiros começassem a se organizar. Segundo o ex-jogador, a Uefa e Fifa indenizarão os clubes que tenham jogadores convocados para as Eurocopas de 2008 e 2012 e Copas do Mundo de 2010 e 2014.
A notícia surge como parte do acordo de dissolução do G-14, que reunia os principais clubes europeus e andava em discordância com as entidades como, por exemplo, no apoio que o grupo dava ao time belga Charleroi, que processou a Fifa por contusão do marroquino Oulmers Abdelmajid, enquanto defendia sua seleção.
Os valores para indenização são de US$ 252 milhões (R$ 450 milhões) pela Uefa e US$ 110 milhões (R$ 196 milhões) pela Fifa. Segundo Platini, para a Eurocopa-2008 os atletas vão receber US$ 7 mil por dia de trabalho, mas o valor pode ser alterado para as outras competições.
No Brasil nunca houve processo contra a CBF por utilização, liberação ou contusão de atletas. Mesmo assim, os clubes já planejam consultar a Fifa para saber quais sãos seus direitos sobre o pacote de indenizações. “Com a globalização, a tendência é isso chegar logo ao Brasil. É hora de o Clube dos 13 mostrar para que serve”, disse João Paulo de Jesus Lopes, assessor da presidência do São Paulo, à Foha de S. Paulo.
Pelas leis nacionais, a CBF deveria pagar o salário dos atletas enquanto estão a serviço da seleção nacional. No entanto, não é o que ocorre e clube como o São Paulo, por exemplo, é credor da entidade. Se a decisão fosse válida na última Copa do Mundo, São Paulo e Corinthians teriam sido indenizados pela presença de Mineiro, Rogério Ceni e Ricardinho.
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Os valores para indenização são de US$ 252 milhões (R$ 450 milhões) pela Uefa e US$ 110 milhões (R$ 196 milhões) pela Fifa. Segundo Platini, para a Eurocopa-2008 os atletas vão receber US$ 7 mil por dia de trabalho, mas o valor pode ser alterado para as outras competições.
No Brasil nunca houve processo contra a CBF por utilização, liberação ou contusão de atletas. Mesmo assim, os clubes já planejam consultar a Fifa para saber quais sãos seus direitos sobre o pacote de indenizações. “Com a globalização, a tendência é isso chegar logo ao Brasil. É hora de o Clube dos 13 mostrar para que serve”, disse João Paulo de Jesus Lopes, assessor da presidência do São Paulo, à Foha de S. Paulo.
Pelas leis nacionais, a CBF deveria pagar o salário dos atletas enquanto estão a serviço da seleção nacional. No entanto, não é o que ocorre e clube como o São Paulo, por exemplo, é credor da entidade. Se a decisão fosse válida na última Copa do Mundo, São Paulo e Corinthians teriam sido indenizados pela presença de Mineiro, Rogério Ceni e Ricardinho.
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